Chaplin é um operário que se diverte nos salões, mas ele acaba tendo dificuldades quando sua esposa descobre que em seu chapéu, há todo o dinheiro de seu pagamento que ainda ele não o tinha feito.
Último curta do Chaplin e ele entrega um dos melhores, foi daqui que surgiu a ideia das esquetes num canteiro de obras então, a hora do almoço e os trabalhadores jogando tijolos. Ele tentando pegar o bonde e sendo roubado pelo gato em casa me arrancaram muitas risadas, gênio demais.
O último curta de Chaplin foi, pra mim, um dos melhores. Situações maravilhosamente bem coreografadas, tudo se encaixando de um jeito que hoje em dia chamaríamos de "oddly satisfying".
(como eu gostaria de poder ver os bastidores da cena dos tijolos, o passo a passo de como aquilo ali foi filmado, porque ficou tão, mas tão legal!)
A crítica social está tinindo em Dia de Pagamento: o trabalhador com fome pela falta de dinheiro pra marmita; a humilhação para ter direito ao pagamento de horas extras; a relação conjugal embrutecida pela falta de recursos; o alcoolismo como válvula de escape à dureza da realidade; a precarização do transporte público. Dá pra montar uma aula de sociologia em cima desse pequeno grande filminho de um século atrás.
Vale comentar que fui assistindo aos curtas de Chaplin por meio de um box em DVDs cuja proposta é compilar toda a obra do ator/diretor. Ao todo foram 67 curtas-metragens. Mas conferindo aqui pelo Filmow, vejo que existem vários outros que não entraram na minha coleção. Agora, então, é procurar pela internet afora...
Não gostei muito da primeira metade, apesar de sua função em trazer o lado social de Chaplin ao abordar os trabalhadores e horas extras não pagas. Achei deslocado, quase sendo irrelevante a participação de Edna Purviance. Tem uma boa sequência dos tijolos. No entanto, a segunda metade melhora muito o curta, sendo hilária e com as melhores gags feitas por Chaplin, criando até mesmo uma esposa para ele.
Último curta do Chaplin e ele entrega um dos melhores, foi daqui que surgiu a ideia das esquetes num canteiro de obras então, a hora do almoço e os trabalhadores jogando tijolos. Ele tentando pegar o bonde e sendo roubado pelo gato em casa me arrancaram muitas risadas, gênio demais.
O último curta de Chaplin foi, pra mim, um dos melhores.
Situações maravilhosamente bem coreografadas, tudo se encaixando de um jeito que hoje em dia chamaríamos de "oddly satisfying".
(como eu gostaria de poder ver os bastidores da cena dos tijolos, o passo a passo de como aquilo ali foi filmado, porque ficou tão, mas tão legal!)
A crítica social está tinindo em Dia de Pagamento: o trabalhador com fome pela falta de dinheiro pra marmita; a humilhação para ter direito ao pagamento de horas extras; a relação conjugal embrutecida pela falta de recursos; o alcoolismo como válvula de escape à dureza da realidade; a precarização do transporte público. Dá pra montar uma aula de sociologia em cima desse pequeno grande filminho de um século atrás.
Vale comentar que fui assistindo aos curtas de Chaplin por meio de um box em DVDs cuja proposta é compilar toda a obra do ator/diretor. Ao todo foram 67 curtas-metragens. Mas conferindo aqui pelo Filmow, vejo que existem vários outros que não entraram na minha coleção. Agora, então, é procurar pela internet afora...
Não gostei muito da primeira metade, apesar de sua função em trazer o lado social de Chaplin ao abordar os trabalhadores e horas extras não pagas. Achei deslocado, quase sendo irrelevante a participação de Edna Purviance. Tem uma boa sequência dos tijolos. No entanto, a segunda metade melhora muito o curta, sendo hilária e com as melhores gags feitas por Chaplin, criando até mesmo uma esposa para ele.
Um dos melhores curtas do Chaplin, com várias cenas inesquecíveis. Muito bom!
a classe operária sofre kkkkkkkkk
P.S.: a esposa do Carlitos dormindo com o rolo de macarrão kkkkkkkkk