A pedido do diretor, vi o curta. E identifiquei-me. Reconheci prontamente os excertos selecionados do livro "O Doce Veneno do Escorpião", em relação ao qual tenho uma relação ambígua. Formalmente, achei este trabalho um filme-gêmeo de POTÊNCIAS DE J, do meu amigo Fernando de Mendonça, que é também amigo do Ikeda. A fotografia solarizada, a canção solene, a realidade nordestina, o cheiro de sexo deixado no colchão, antes e/ou depois da carta de despedida. Como de praxe, há uma confissão a ser feita em relação à mãe, com acento suicida. Obra autoral. Ikediana! (WPC>)
A pedido do diretor, vi o curta. E identifiquei-me. Reconheci prontamente os excertos selecionados do livro "O Doce Veneno do Escorpião", em relação ao qual tenho uma relação ambígua. Formalmente, achei este trabalho um filme-gêmeo de POTÊNCIAS DE J, do meu amigo Fernando de Mendonça, que é também amigo do Ikeda. A fotografia solarizada, a canção solene, a realidade nordestina, o cheiro de sexo deixado no colchão, antes e/ou depois da carta de despedida. Como de praxe, há uma confissão a ser feita em relação à mãe, com acento suicida. Obra autoral. Ikediana! (WPC>)