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Outros títulos
Days and Nights in the Forest - Reino Unido
Sinopse
Um grupo de quatro trabalhadores de classe média da Índia resolvem tirar a semana de folga para viajar. Quando eles chegam à floresta, eles se encontram com outro grupo e passam o tempo paquerando as mulheres.
Ray já trabalhou para Jean Renoir no começo da carreira. Acho bem provável que este longa tenha sido diretamente influenciado por UM DIA NO CAMPO, um filme curto e inacabado do Renoir lá pelos anos trinta. Pra quem quiser tirar a prova, fica aqui a recomendação.
Cada vez mais impressionada com o cinema de Satyajit Ray, Como ele estava à frente de seu tempo. E esse time que sempre trabalhava com ele como Soumitra Chatterjee Ashim e Subhendu Chatterjee sempre afinados.
Vi este filme sem saber nada sobre ele (exceto por conhecer o seu ótimo diretor) e confesso que não o estava apreciando muito no início, mas... Depois da antológica e extensa seqüência que é metonimizada nesta imagem do cartaz, eu me entreguei por completo à genialidade observacional e sociológica do diretor: que filmaço, quanto poder de contestação, quanta versatilidade! Os personagens são insuportáveis, mas também são humanizados e talvez tudo isso tenha sido de propósito no projeto analítico do cineasta, implacável quanto aos efeitos da perpétua colonização capitalista em seu País. A meia-hora final, por mais que pareça longa (outro efeito proposital), é absolutamente genial em todas as suas bifurcações dramatúrgicas. Brilhante estudo sobre a luta de classes, em sua faceta mais desesperada e emergencial! (WPC>)
Dias e Noites na Floresta, de uma forma mais comedida, me parece um daqueles filmes italianos sobre a boemia dos anos 50 e 60.
Satyajit Ray em um filme com nada de muito profundo, nenhum grande questionamento a levantar. Ou talvez fosse uma crítica à frivolidade da juventude indiana daquela geração. Em todo caso, um filme muito bom.
Ray já trabalhou para Jean Renoir no começo da carreira. Acho bem provável que este longa tenha sido diretamente influenciado por UM DIA NO CAMPO, um filme curto e inacabado do Renoir lá pelos anos trinta. Pra quem quiser tirar a prova, fica aqui a recomendação.
Cada vez mais impressionada com o cinema de Satyajit Ray, Como ele estava à frente de seu tempo. E esse time que sempre trabalhava com ele como Soumitra Chatterjee Ashim e Subhendu Chatterjee sempre afinados.
Vi este filme sem saber nada sobre ele (exceto por conhecer o seu ótimo diretor) e confesso que não o estava apreciando muito no início, mas... Depois da antológica e extensa seqüência que é metonimizada nesta imagem do cartaz, eu me entreguei por completo à genialidade observacional e sociológica do diretor: que filmaço, quanto poder de contestação, quanta versatilidade! Os personagens são insuportáveis, mas também são humanizados e talvez tudo isso tenha sido de propósito no projeto analítico do cineasta, implacável quanto aos efeitos da perpétua colonização capitalista em seu País. A meia-hora final, por mais que pareça longa (outro efeito proposital), é absolutamente genial em todas as suas bifurcações dramatúrgicas. Brilhante estudo sobre a luta de classes, em sua faceta mais desesperada e emergencial! (WPC>)
Dias e Noites na Floresta, de uma forma mais comedida, me parece um daqueles filmes italianos sobre a boemia dos anos 50 e 60.
Satyajit Ray em um filme com nada de muito profundo, nenhum grande questionamento a levantar. Ou talvez fosse uma crítica à frivolidade da juventude indiana daquela geração. Em todo caso, um filme muito bom.