O tema é específico e muitas vezes ignorado, mas merecia ser abordado e se desenvolveu com bom humor e espontaneidade a partir da experiência do próprio diretor, além de entrevistas com ícones como George Takei e Tim Gunn. Levantou várias observações pertinentes a respeito das influências socioculturais e familiares sobre o desenvolvimento da voz, o efeito inconsciente em nossos trejeitos provocado pelas experiências da infância – tanto as boas como as negativas – e apontou o machismo por trás do estigma sobre o suposto "sotaque gay", muitas vezes alimentado pela própria comunidade LGBT.
À sua própria maneira e sem muita pretensão, o filme tem um valor enorme como documentário dedicado a esse aspecto único do universo gay.
O documentário me ganhou na simples e brilhante sacada da abertura, em que narra com uma voz estereotipada o título e o nomes das empresas. O filme é um relato bem pessoal do diretor David Thorpe, o que começa como uma curiosidade acaba se tornando uma jornada em busca pela autoconfiança e coragem. É um filme super leve e divertido sobre um assunto que passa despercebido em nossas vidas. Sobre a presunção que muitas vezes fazemos sobre outros baseado somente em característica estereotipadas.
Gostei do documentário, mas tinha muito da história pessoal do diretor, gostaria que tivesse mais exemplos diversificados, por exemplo o do âncora que teve que mudar o sotaque e tal... No mais, é um documentário bom.
O tema é específico e muitas vezes ignorado, mas merecia ser abordado e se desenvolveu com bom humor e espontaneidade a partir da experiência do próprio diretor, além de entrevistas com ícones como George Takei e Tim Gunn. Levantou várias observações pertinentes a respeito das influências socioculturais e familiares sobre o desenvolvimento da voz, o efeito inconsciente em nossos trejeitos provocado pelas experiências da infância – tanto as boas como as negativas – e apontou o machismo por trás do estigma sobre o suposto "sotaque gay", muitas vezes alimentado pela própria comunidade LGBT.
À sua própria maneira e sem muita pretensão, o filme tem um valor enorme como documentário dedicado a esse aspecto único do universo gay.
E dai?
O documentário me ganhou na simples e brilhante sacada da abertura, em que narra com uma voz estereotipada o título e o nomes das empresas.
O filme é um relato bem pessoal do diretor David Thorpe, o que começa como uma curiosidade acaba se tornando uma jornada em busca pela autoconfiança e coragem.
É um filme super leve e divertido sobre um assunto que passa despercebido em nossas vidas. Sobre a presunção que muitas vezes fazemos sobre outros baseado somente em característica estereotipadas.
"Resquícios de homofobia internalizada". Achei isso interessante (e verdadeiro, infelizmente).
Gostei do documentário, mas tinha muito da história pessoal do diretor, gostaria que tivesse mais exemplos diversificados, por exemplo o do âncora que teve que mudar o sotaque e tal... No mais, é um documentário bom.