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Duração
Amianto vive isolada num mundo de fantasia habitado por seus delírios de incontida esperança, onde sua ingenuidade e sua melancolia convivem de mãos dadas. Após sentir-se abandonada por seu amor (O Rapaz), Amianto encontra abrigo na presença de sua amiga morta, Blanche, que a protegerá contra suas dores ao menos até onde possa. Seu universo interior choca-se com a realidade de um mundo que não a aceita, um mundo ao qual ela não pertence e invariavelmente ela torna a debruçar-se em seus delírios jocosos, misturando realidade e fantasia. Com a ajuda de sua Fada Madrinha, Amianto recolhe forças para continuar existindo na esperança de ser feliz algum dia.
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Esse filme tem uma problema de: nada é bom, tudo é forçado e tosco.
O filme foi exibido em diversos festivais, como a Mostra de Cinema de Tiradentes e a Semana dos Realizadores, e recebeu críticas que destacam sua originalidade e coragem. A produção é frequentemente elogiada por sua capacidade de criar um universo particular e por sua abordagem afetiva e complexa sobre a identidade e as relações humanas. A atuação de Deynne Augusto e Uirá dos Reis é fundamental para a construção dos personagens e da atmosfera do filme. A produção é um exemplo do "novíssimo cinema brasileiro" que emergiu do coletivo cearense Alumbramento, conhecido por sua produção independente e inovadora.
Não curti o tom surrealista e detestei as falas forçadas
"Imaginar o amor é poético, amar é pôr a poesia em risco". Vitor Colares
- tava me lembrando muito inferninho, ai fui ver e é o mesmo diretor
- cinema experimental, o uso das cores é maravilhoso
- duas cenas em especial eu achei excelentes
- a história da blanche e a amianto com o cara na balada