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Data de lançamento
17 Maio 2018Duração
Marcello é um homem franzino e tranquilo que trabalha em um modesto petshop na periferia de Roma. Mantém uma ambígua relação de submissão com Simone, um ex-boxeador que aterroriza o bairro inteiro. Mas após mais uma prepotência do violento amigo, Marcello planeja uma terrível vingança. Baseado em uma das páginas das crônicas mais sangrentas do recente passado italiano, Dogman consegue tornar-se um inquietante retrato sobre a Itália dos dias de hoje, onde não existe a solidariedade e a lei vigente é a do mais forte.
Palma de Ouro em Cannes pela magnífica interpretação de Marcello Fonte.
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Bom filme. A relação do Marcelo com a filha é muito bonita, as vezes até me fez duvidar de algumas atitudes que ele tomou sem pensar que iria acabar se afastando da filha tão querida. A questão dele querer pertencer a todo custo daquele meio é triste, faço até uma interpretação de que talvez o nome do filme seja dogman por conhecerem ele apenas assim e não pelo nome.
Mas olha a capa do filme... Meu Deus.
E o final fica parecendo que o diretor não sabia como dar um fim.. e de fato, não deu!
Só mediano...
Indicado ao Palma de Ouro e vencedor do prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes para Marcello Fonte. Eu confesso que esperava mais, o filme é muito previsível (tão previsível que até o pôster não poupa o telespectador da previsibilidade geral da película) e o personagem principal, mesmo sendo muito bem interpretado, acaba caindo demais em esteriótipos e criando situações pouco críveis. Interessante é ver o prognóstico desta Itália crua e fascista que vem renascendo nas últimas décadas, lembro quando deixei o país em 2007 era um, quando voltei em 2019 era outro completamente diferente. Li que é baseado em uma situação real, mas fiquei curioso em saber até onde o filme trás esta "realidade" do que aconteceu. Fiquei com raiva do personagem em alguns momentos, confesso, principalmente em detalhes ligados a sua filha.
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A forma como Marcello acredita pertencer aquele meio é pra mim a parte mais melancólica do filme, não somente por ele “perder tudo”, mas por ele ser igual ao Simoncino na questão de serem estranhos no ninho.