Sábado, 1º de janeiro de 2003. Enquanto Brasília celebra a posse do Presidente e ex-metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva, duas famílias do interior gaúcho se reúnem em uma velha mansão rural para um churrasco regado a champanhe, segredos, anseios e frustrações familiares.
“Domingo” poderia ser um dia qualquer – não fossem os hormônios dos adolescentes, uma chuva repentina e uma caixinha de cocaína esquecida no armário da dona da casa.
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Belo filme gaúcho com os conflitos familiares se intensificam com os acontecimentos do país acontecendo. Bons diálogos, boas interpretações numa obra quem merece ser conhecida.
Burguesada tediosa, mas o filme é bom, e a Camila lokona sempre uma explosão em cena.
Um filme de esquerda, para o povo de esquerda, sobre família burguesa de direita, amamos, e todo preconceito, de não todos, mas somente a grande maioria, homofobia, xenofobia, machismo, cenas bem tristes que doem na alma, principalmente o assedia a guria criança pelo adolescente, enojante, e necessário expor a sociedade hipócrita, Deus, Pátria e Família, e drogas… Camila Morgado magnífica e representativa “Isso aqui é terra improdutiva, tem mais é que invadi”
Adorável sotaque sulista…
Filme absurdamente desconfortável...
A ideia dele de exemplificar a hipocrisia, a falsidade, o preconceito e a arrogância de uma família sulista brasileira de boas condições financeiras durante o período da posse do presidente Lula é bem interessante, porém o problema do filme fica por conta da obra não saber como construir uma história, onde ele sai do nada e chega a lugar a nenhum, virando apenas um recorte de um momento de descontração deles que, aos poucos, vai mostrando essas falhas de caráter de cada membro.
Outro ponto negativo dele fica nas atuações, onde não a sutileza nas interpretações, tudo fica muito na cara a partir dos olhares, dos diálogos e dos trejeitos do elenco, beirando a canastrice.
E não dá pra levar a sério aquela barriga de "grávida de Taubaté" da personagem Eliana. Chega a ser risível!
Tinha potencial, mas possui uma estrutura deficitária.