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Sinopse
Marina e Anton ficam presos em um elevador de um prédio alto com um segurança que busca vingança, resultando em um confronto violento que substitui sua lua de mel nas Maldivas.
Down: O Elevador da Morte tinha uma premissa muito interessante e, sinceramente, tinha tudo para ser um suspense bem legal. A história acompanha Marina e Anton, um casal que está a caminho das Maldivas para passar a lua de mel, mas que, antes mesmo de chegar ao destino, acaba preso em um elevador junto com uma pessoa sedenta por vingança. O que deveria ser o começo de uma viagem romântica rapidamente se transforma em um confronto sangrento que coloca os dois em uma situação extrema e testa toda a sua astúcia para sobreviver.
E é justamente essa parte que funciona melhor. O início consegue ser intrigante e claustrofóbico, porque você está praticamente preso junto com os personagens naquele espaço pequeno, tentando entender o que está acontecendo. Quando a outra pessoa começa a revelar algumas coisas e a situação fica cada vez mais estranha, você começa a se perguntar: ele matou alguém? O que aconteceu? Por que eles estão presos ali? Por que ele está fazendo aquilo?
O filme consegue criar essa dúvida e alguns bons momentos de tensão. Você realmente fica curioso para descobrir qual é a verdade e o que está por trás daquela situação.
O problema é que, conforme a história avança, começam a aparecer tantas situações improváveis e algumas pontas soltas que fica difícil comprar o que está acontecendo.
⚠️ Daqui para frente, spoilers mais específicos.
Uma das cenas que mais me tirou da experiência foi justamente a sequência em que colocam água dentro do elevador e ela começa a subir até praticamente tomar todo o espaço. Só que, para mim, isso não funciona nem dentro da lógica do próprio filme. O elevador está com a porta aberta e existe uma entrada enorme de água, inclusive através de uma mangueira. Como aquela quantidade absurda de água simplesmente ficaria acumulada dentro do elevador e subiria daquele jeito? A água teria por onde escapar, principalmente pela própria abertura da porta. A cena tenta ser desesperadora, mas acaba sendo mais uma daquelas situações em que você para de pensar na história e começa a pensar: “Pô, mas isso não faz sentido.”
E esse é o principal problema do filme: ele consegue criar tensão, mas muitas vezes destrói essa tensão porque as situações são muito irreais.
Outro ponto que me incomodou bastante é o próprio prédio. Estamos falando de um ambiente de alto padrão, frequentado por pessoas ricas e empresas, e mesmo assim parece que ninguém está monitorando aquele elevador. O elevador fica parado, existe uma situação completamente anormal acontecendo e ninguém aparece para verificar o que está acontecendo. Ninguém da segurança, ninguém da administração, ninguém percebe que existe algo errado.
E isso fica ainda mais estranho considerando que Marina é rica e está justamente em um ambiente onde seria esperado algum tipo de controle e segurança. Não faz muito sentido uma pessoa conseguir praticamente controlar a situação daquele elevador sem que ninguém do lado de fora perceba ou tente intervir.
Então, no fim, Down: O Elevador da Morte é um daqueles filmes que tinham uma ideia muito boa nas mãos, e eu realmente acho que ele poderia ter sido muito mais interessante. A premissa funciona, o começo prende, existe uma boa sensação de claustrofobia e alguns momentos realmente conseguem gerar tensão. Você fica querendo entender o mistério e descobrir o que está por trás daquela situação.
Só que o problema é que o roteiro começa a exigir que você aceite coisas que são muito improváveis. E quando você percebe essas inconsistências, acaba saindo do filme para pensar: “Mas isso não aconteceria desse jeito.”
No final, fiquei com a sensação de que o filme quer ser um suspense inteligente e angustiante, mas acaba tropeçando na própria lógica. A ideia era boa, os momentos de tensão funcionam em alguns momentos, mas as inúmeras pontas soltas e situações pouco críveis acabam diminuindo bastante a experiência.
Down: O Elevador da Morte tinha uma premissa muito interessante e, sinceramente, tinha tudo para ser um suspense bem legal. A história acompanha Marina e Anton, um casal que está a caminho das Maldivas para passar a lua de mel, mas que, antes mesmo de chegar ao destino, acaba preso em um elevador junto com uma pessoa sedenta por vingança. O que deveria ser o começo de uma viagem romântica rapidamente se transforma em um confronto sangrento que coloca os dois em uma situação extrema e testa toda a sua astúcia para sobreviver.
E é justamente essa parte que funciona melhor. O início consegue ser intrigante e claustrofóbico, porque você está praticamente preso junto com os personagens naquele espaço pequeno, tentando entender o que está acontecendo. Quando a outra pessoa começa a revelar algumas coisas e a situação fica cada vez mais estranha, você começa a se perguntar: ele matou alguém? O que aconteceu? Por que eles estão presos ali? Por que ele está fazendo aquilo?
O filme consegue criar essa dúvida e alguns bons momentos de tensão. Você realmente fica curioso para descobrir qual é a verdade e o que está por trás daquela situação.
O problema é que, conforme a história avança, começam a aparecer tantas situações improváveis e algumas pontas soltas que fica difícil comprar o que está acontecendo.
⚠️ Daqui para frente, spoilers mais específicos.
Uma das cenas que mais me tirou da experiência foi justamente a sequência em que colocam água dentro do elevador e ela começa a subir até praticamente tomar todo o espaço. Só que, para mim, isso não funciona nem dentro da lógica do próprio filme. O elevador está com a porta aberta e existe uma entrada enorme de água, inclusive através de uma mangueira. Como aquela quantidade absurda de água simplesmente ficaria acumulada dentro do elevador e subiria daquele jeito? A água teria por onde escapar, principalmente pela própria abertura da porta. A cena tenta ser desesperadora, mas acaba sendo mais uma daquelas situações em que você para de pensar na história e começa a pensar: “Pô, mas isso não faz sentido.”
E esse é o principal problema do filme: ele consegue criar tensão, mas muitas vezes destrói essa tensão porque as situações são muito irreais.
Outro ponto que me incomodou bastante é o próprio prédio. Estamos falando de um ambiente de alto padrão, frequentado por pessoas ricas e empresas, e mesmo assim parece que ninguém está monitorando aquele elevador. O elevador fica parado, existe uma situação completamente anormal acontecendo e ninguém aparece para verificar o que está acontecendo. Ninguém da segurança, ninguém da administração, ninguém percebe que existe algo errado.
E isso fica ainda mais estranho considerando que Marina é rica e está justamente em um ambiente onde seria esperado algum tipo de controle e segurança. Não faz muito sentido uma pessoa conseguir praticamente controlar a situação daquele elevador sem que ninguém do lado de fora perceba ou tente intervir.
Então, no fim, Down: O Elevador da Morte é um daqueles filmes que tinham uma ideia muito boa nas mãos, e eu realmente acho que ele poderia ter sido muito mais interessante. A premissa funciona, o começo prende, existe uma boa sensação de claustrofobia e alguns momentos realmente conseguem gerar tensão. Você fica querendo entender o mistério e descobrir o que está por trás daquela situação.
Só que o problema é que o roteiro começa a exigir que você aceite coisas que são muito improváveis. E quando você percebe essas inconsistências, acaba saindo do filme para pensar: “Mas isso não aconteceria desse jeito.”
No final, fiquei com a sensação de que o filme quer ser um suspense inteligente e angustiante, mas acaba tropeçando na própria lógica. A ideia era boa, os momentos de tensão funcionam em alguns momentos, mas as inúmeras pontas soltas e situações pouco críveis acabam diminuindo bastante a experiência.