Drácula mata mais uma vítima inocente e o Dr. Seward decide que é hora de destruí-lo. No dia seguinte, o Dr. Frankenstein chega à cidade com seu assistente, Morpho, e uma grande caixa contendo o seu famoso monstro. Utilizando o sangue de uma garota, o cientista ressuscita Drácula com objetivos misteriosos.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Drácula parece aquele tiozinho arquivado numa repartição pública e movido à café e cigarro. Sempre tem um coitado dum bicho sendo maltratado nesses filmes. Todo mundo se comunica aos grunhidos e até agora eu não entendi por quê na porta do boteco da cidade tá escrito "toilettes".
Curioso é que o título em inglês, "Dracula, Prisoner of Frankenstein", tem muito mais a ver com a história do que o original "Dracula Contra Frankenstein".
Um terror bem ruinzinho do Jesus Franco. É arrastado, demora um tempão pra alguém falar alguma coisa, a maquiagem e os efeitos são paupérrimos, os monstros (Drácula, Frankenstein e o homem lobo) são pobremente caracterizados, e quase não há sangue e nem nudez. Ou seja, não se parece muito com uma obra do Franco haha.
O problema maior não é a produção pobre, pois em muitos filmes isso é compensado com ideias boas e criativas, mas aqui há pouca coisa interessante, a maior parte do filme dá sono e não diverte.
Drácula contra Frankenstein! Mas também tem um lobisomem, um criado demente e necrófilo, uma feiticeira cigana...
http://filmesparadoidos.blogspot.com.br/2014/04/dracula-contra-frankenstein-1971.html
Não está entre os melhores trabalhos do grande Jess Franco, mas, apesar da precariedade em termos de produção, tem lá suas qualidades, como por exemplo a estética semelhante ao western spaguetti, que fica evidente quando entra em cena a personagem indígena. Merece também destaque a presença da bela Britt Nichols que, a partir de meados dos anos 70, se tornou uma das principais musas do diretor.