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Sinopse
Jake Wade farto de ser fora-da-lei quer começar uma nova vida e afasta-se do seu bando. Um ano depois, como xerife, liberta Clint Hollister, um antigo companheiro. No entanto, este tem velhas contas a ajustar...
Western mediano, onde apenas a dinâmica entre Taylor e Widmark merece algum interesse. Atenção para DeForest 'Dr. McCoy' Kelley no elenco, 8 anos antes de "Jornada Nas Estrelas"!
Faroeste psicológico em Metrocolor e CinemaScope da MGM que foi baseado no romance homônimo de 1956 de Marvin H. Albert (1924-1996). Este filme foi um leve sucesso de bilheteria de acordo com registros do estúdio.
Parece que Richard Widmark (1914-2008) esteve montando Pie, o cavalo favorito de James Stewart. Na pós-produção, devido a uma greve de músicos, a MGM usou pistas musicais genéricas retiradas de vários programas de televisão distribuídos. Henry Silva (1926-2022) foi o último ator citado no filme a falecer. Robert Taylor (1911-1969) não gostava de Henry Silva porque este era mais alto que ele. Este filme foi o último filme classe A de Robert Taylor como o protagonista principal.
Western agradável que denota grande sobriedade e dramaturgia perfeita. O confronto final é soberbo, notavelmente clássico. A dinâmica dos personagens foi tão importante quanto os cenários de ação.
Um faroeste bonzinho mas o Taylor parecia estar cansado e não muito disposto o cara q fez o "vilão"que leva o filme nas costas apesar de tbm não ter muito carisma, no fim acho q não torci pra ninguém se dar bem nessa trama.
DUELO DA CIDADE FANTASMA, é um western bem dosado com pitadas de muito suspense à luz do dia e tiroteios. A direção de John Sturges que logo adiante se tornaria um diretor de muitos faroestes classudos e atemporais, consegue realizar uma estória de um homem arrependido de seu passado de fora-da-lei, agora se torna xerife de um vilarejo, porém, o comparsa que tiraria da prisão retorna para um ajuste de contas. Curioso no início e ao longo da projeção que os dois personagens parecem ter afetos a ajustar, um com o outro, numa relação de amor e ódio pra lá de incubada. O desafeto que é o xerife agora tem uma namorada. O elenco está soberbo em suas interpretações; Robert Taylor marcando mais um faroeste digno. Richard Widmark fazendo o que faz melhor que é ser um vilão forasteiro magoado. Patricia Owens surge linda e consegue com seu papel feminino dar funcionalidade ao roteiro, uma vez que, os papeis secundários de mulheres são subaproveitados, em determinados filmes de faroeste. E para completar o elenco estão Henry Silva e DeForest Kelley como insinuosos bandidos. A trama que arremete a ajustes de contas encontra elo nas paisagens montanhosas interior americano e a solitude dos personagens. Um bom exercício cinematográfico, bem atuado e fotografado em Metrocolor .
Western mediano, onde apenas a dinâmica entre Taylor e Widmark merece algum interesse. Atenção para DeForest 'Dr. McCoy' Kelley no elenco, 8 anos antes de "Jornada Nas Estrelas"!
Pemsei que no final ia ter uma remissão
Faroeste psicológico em Metrocolor e CinemaScope da MGM que foi baseado no romance homônimo de 1956 de Marvin H. Albert (1924-1996). Este filme foi um leve sucesso de bilheteria de acordo com registros do estúdio.
Parece que Richard Widmark (1914-2008) esteve montando Pie, o cavalo favorito de James Stewart. Na pós-produção, devido a uma greve de músicos, a MGM usou pistas musicais genéricas retiradas de vários programas de televisão distribuídos. Henry Silva (1926-2022) foi o último ator citado no filme a falecer. Robert Taylor (1911-1969) não gostava de Henry Silva porque este era mais alto que ele. Este filme foi o último filme classe A de Robert Taylor como o protagonista principal.
Western agradável que denota grande sobriedade e dramaturgia perfeita. O confronto final é soberbo, notavelmente clássico. A dinâmica dos personagens foi tão importante quanto os cenários de ação.
Um faroeste bonzinho mas o Taylor parecia estar cansado e não muito disposto o cara q fez o "vilão"que leva o filme nas costas apesar de tbm não ter muito carisma, no fim acho q não torci pra ninguém se dar bem nessa trama.
E pensar q se o Taylor não tivesse libertado o cara tudo iria ficar tudo bem.
DUELO DA CIDADE FANTASMA, é um western bem dosado com pitadas de muito suspense à luz do dia e tiroteios. A direção de John Sturges que logo adiante se tornaria um diretor de muitos faroestes classudos e atemporais, consegue realizar uma estória de um homem arrependido de seu passado de fora-da-lei, agora se torna xerife de um vilarejo, porém, o comparsa que tiraria da prisão retorna para um ajuste de contas.
Curioso no início e ao longo da projeção que os dois personagens parecem ter afetos a ajustar, um com o outro, numa relação de amor e ódio pra lá de incubada. O desafeto que é o xerife agora tem uma namorada.
O elenco está soberbo em suas interpretações; Robert Taylor marcando mais um faroeste digno. Richard Widmark fazendo o que faz melhor que é ser um vilão forasteiro magoado. Patricia Owens surge linda e consegue com seu papel feminino dar funcionalidade ao roteiro, uma vez que, os papeis secundários de mulheres são subaproveitados, em determinados filmes de faroeste. E para completar o elenco estão Henry Silva e DeForest Kelley como insinuosos bandidos.
A trama que arremete a ajustes de contas encontra elo nas paisagens montanhosas interior americano e a solitude dos personagens. Um bom exercício cinematográfico, bem atuado e fotografado em Metrocolor .