Uma mulher vai a um psiquiatra porque é assombrada por estranhos pesadelos. Decidida a fazer regressão, o psiquiatra fala que ela esteve envolvida num assassinato em San Francisco na sua vida passada. Com a ajuda de dois oficiais de polícia de San Francisco, ela tenta solucionar este mistério.
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Vendo este suspense noventista lembrei-me o quanto eu gostava (e ainda gosto) destes enlatados americanos que passam aos borbotões no sábado a noite no Super Cine (dramas e suspense) saudosos. Hoje estes filmes interessantes e noturnos padecem no ostracismo e nada proveitoso é exibido nas sessões noturnas. Mulher é atormentada por pesadelos e decide realizar uma transgressão que fará cada vez mais seus sonhos virarem realidade. Melissa Gilbert sustenta seu papel de mulher atormentada. Scott Plank está charmoso como detetive paquerador e interesse romântico da protagonista. E Ted Shackelford também exala charme em seu dúbio e misterioso papel. Nada muito empolgante, mas, prazeroso numa sessão noturna.
Um passatempo regular,Para uma noite Fria de Sexta feira
DYING TO REMEMBER ( Excelente Título Original ) é um filme simples com um tema curioso; o lance de vidas passadas / reencarnações!
Não existe rituais, nem nada maligno no filme que possa ser no mínimo assustador. Mas o mesmo tem seus bons momentos; e talvez mesmo sem querer, você acaba sendo tragado para dentro dele.
Me lembrou em alguns momentos o cinema de DAVID LYNCH aonde pistas sobre um possível destino é lançada em vários momentos do trama ( sempre na luz do dia ), e nunca, jamais gratuitas. Digo desde os desenhos de Lynn, até seu primeiro choque com o taxista distraído!
VALE MESMO PELA CURIOSIDADE / SESSÃO CORUJA: 29-30/05/2019
Ao ler o título original, inevitavelmente você logo pensa que a protagonista estaria sendo arruinada ( ou sendo ameaçada por alguma força sobrenatural que a levaria a morte ) para se lembrar de um passado que possivelmente foi seu!
Mas, o roteiro descarta essa possibilidade!
Ela simplesmente se lembra de sua outra vida, onde foi assassinada. Isso sem correr riscos ou ameaças durante o processo. E ao contrário do que se diz o título original, ela não precisa de nenhum sacrifício para se lembrar do passado, muito menos morrer por ele; tudo que ela precisa é de um cochilo, hehehe.