Drama de Amos Gitai, baseado em Homely Girl, de Arthur Miller. As relações entre cinco pessoas de ideologias diferentes que as colocam em choque, enquanto a II Guerra devasta a Europa e discute-se a criação de Israel.
Nunca tinha ouvido falar sobre este filme, vi por acaso na TV, achei a sessão árdua, difícil, elíptica (em todos os sentidos!), mas, do meio para o final, tudo foi fazendo sentido: um filme que dialoga muito bem com KEDMA, que possui uma interpretação comovente do casal Thomas Jane/Samantha Morton, uma obra que emociona com a onipresença do Arthur Miller (em essência e em atuação) e que termina com uma imagem-choque, em meio aos diversos planos longos e pungentes da trama... Muito bom, asfixiante, genial! (WPC>)
Um filme para interpretar perguntas, principalmente nos silêncios dos personagens. Um filme para refletir verdades nas múltiplas respostas contraditórias, insinuadas, sutis. Todas as análises nunca serão suficientes para entender (mesmo justificar) a II Guerra, Palestina/Israel... nem mesmo com um olhar sobre a origem dos conflitos. Explica? também não.
Vi uma vez no canal Arte 1, em versão legendada. Achei mediano.
Nunca tinha ouvido falar sobre este filme, vi por acaso na TV, achei a sessão árdua, difícil, elíptica (em todos os sentidos!), mas, do meio para o final, tudo foi fazendo sentido: um filme que dialoga muito bem com KEDMA, que possui uma interpretação comovente do casal Thomas Jane/Samantha Morton, uma obra que emociona com a onipresença do Arthur Miller (em essência e em atuação) e que termina com uma imagem-choque, em meio aos diversos planos longos e pungentes da trama... Muito bom, asfixiante, genial! (WPC>)
Um filme para interpretar perguntas, principalmente nos silêncios dos personagens. Um filme para refletir verdades nas múltiplas respostas contraditórias, insinuadas, sutis. Todas as análises nunca serão suficientes para entender (mesmo justificar) a II Guerra, Palestina/Israel... nem mesmo com um olhar sobre a origem dos conflitos. Explica? também não.