Valioso rever este curta-metragem depois de tanto tempo: sou amigo pessoal da diretora e acompanhei todo o processo produtivo, a ponto de estar mencionado entusiasticamente nos créditos. Foi ótimo presenciar uma "renascença" do filme em relação às novas platéias, dada a sua linguagem experimental que serve-se inicialmente de um ponto de partida teatral, mas que possui traços estilísticos caros não apenas às obsessões temáticas da diretora e roteirista, mas aos abusos cotidianos sofridos diuturnamente por inúmeras mulheres no mundo. A fotografia de Pico Garcez é estilosa em seus efeitos perturbadores, o mesmo sendo dito sobre a ótima trilha musical. Belo exemplar do cinema autoral sergipano! (WPC>)
Valioso rever este curta-metragem depois de tanto tempo: sou amigo pessoal da diretora e acompanhei todo o processo produtivo, a ponto de estar mencionado entusiasticamente nos créditos. Foi ótimo presenciar uma "renascença" do filme em relação às novas platéias, dada a sua linguagem experimental que serve-se inicialmente de um ponto de partida teatral, mas que possui traços estilísticos caros não apenas às obsessões temáticas da diretora e roteirista, mas aos abusos cotidianos sofridos diuturnamente por inúmeras mulheres no mundo. A fotografia de Pico Garcez é estilosa em seus efeitos perturbadores, o mesmo sendo dito sobre a ótima trilha musical. Belo exemplar do cinema autoral sergipano! (WPC>)