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Outros títulos
O Grande Sucesso de Rock Hunter - Brasil
Sinopse
No ramo da propaganda industrial da TV, Rockwell Hunter é um advogado que tenta melhorar o marketing de sua empresa. Para isso, ele contrata uma famosa atriz afim de melhorar a imagem da companhia, a linda Rita Marlowe.
Primeiro filme que vejo com Jane Mansfield. A loura esbanja sensualidade, mas não tem o carisma e a desenvoltura de uma Marilyn Monroe. Ela é na verdade coadjuvante na história que tem como protagonista Tony Randall que como comediante é apenas mediano. O filme é uma comédia que não chega a fazer rir, mas consegue entreter. Divertido, mas também esquecível.
Gostoso de ver , simpático num todo ainda que Tony Randall não seja dos atores mais carismáticos. A observação sobre a glamorização das estrelas de tv e da indústria da propaganda e também do cinema são muito válidas. Bacana.
Finalmente estou vendo os filmes que transformaram Jayne Mansfield em um dos maiores símbolos sexuais da década de 1950 e realmente não tenho como não me sentir apaixonado pela presença e pela diversão que ela traz para as cenas em que aparece. A começar pelo exercício de metalinguagem que permeia a realização desse filme, com várias anetodas a respeito dos padrões da indústria cultural dos EUA naquele período, como por exemplo a ascenção da televisão, a fragmentação das relações em detrimento de uma fama efêmera, a criação de famas líquidas da noite para o dia, o fanatismo por ídolos e seus fanclubes, a eterna procura pela realização financeira, enfim, são tantas camadas que essa comédia toca, que fica difícil realmente inumerar todas nessa resenha aqui. A Fox coloca claramente nesse filme algumas críticas a Marilyn Monroe, até aquele momento, a maior estrela do estúdio; como quando Rita Marlowe diz que está indo a New York abrir uma produtora (o que Marilyn fez e deu origem ao filme "O Príncipe Encantado"), a loira burra sem talento para atuação que se torna uma estrela na parte em que a personagem de Jayne Mansfield coloca que o estúdio está preocupado com o futuro filme dela na qual interpreta personagens russas complexas; o que Marilyn disse em inúmeras entrevistas que adoraria protagonizar algum drama baseado na literatura russa. A presença da Jayne aqui é decorativa em muitos pontos, embora ela seja o que una o filme por completo e a presença dela é maravilhosa. Mesmo que a segunda parte do filme seja extremamente piegas e até mesmo pouco arriscado se compararmos com a primeira parte, ganha um crédito ainda no final em decorrência da quebra da quarta parede com os personagens.
Primeiro filme que vejo com Jane Mansfield. A loura esbanja sensualidade, mas não tem o carisma e a desenvoltura de uma Marilyn Monroe. Ela é na verdade coadjuvante na história que tem como protagonista Tony Randall que como comediante é apenas mediano. O filme é uma comédia que não chega a fazer rir, mas consegue entreter. Divertido, mas também esquecível.
Gostoso de ver , simpático num todo ainda que Tony Randall não seja dos atores mais carismáticos. A observação sobre a glamorização das estrelas de tv e da indústria da propaganda e também do cinema são muito válidas. Bacana.
Finalmente estou vendo os filmes que transformaram Jayne Mansfield em um dos maiores símbolos sexuais da década de 1950 e realmente não tenho como não me sentir apaixonado pela presença e pela diversão que ela traz para as cenas em que aparece. A começar pelo exercício de metalinguagem que permeia a realização desse filme, com várias anetodas a respeito dos padrões da indústria cultural dos EUA naquele período, como por exemplo a ascenção da televisão, a fragmentação das relações em detrimento de uma fama efêmera, a criação de famas líquidas da noite para o dia, o fanatismo por ídolos e seus fanclubes, a eterna procura pela realização financeira, enfim, são tantas camadas que essa comédia toca, que fica difícil realmente inumerar todas nessa resenha aqui. A Fox coloca claramente nesse filme algumas críticas a Marilyn Monroe, até aquele momento, a maior estrela do estúdio; como quando Rita Marlowe diz que está indo a New York abrir uma produtora (o que Marilyn fez e deu origem ao filme "O Príncipe Encantado"),
a loira burra sem talento para atuação que se torna uma estrela na parte em que a personagem de Jayne Mansfield coloca que o estúdio está preocupado com o futuro filme dela na qual interpreta personagens russas complexas; o que Marilyn disse em inúmeras entrevistas que adoraria protagonizar algum drama baseado na literatura russa. A presença da Jayne aqui é decorativa em muitos pontos, embora ela seja o que una o filme por completo e a presença dela é maravilhosa. Mesmo que a segunda parte do filme seja extremamente piegas e até mesmo pouco arriscado se compararmos com a primeira parte, ganha um crédito ainda no final em decorrência da quebra da quarta parede com os personagens.
Não tão bom quanto Sabes O que Quero, mas ainda assim bem gostoso de ver. E como a Jayne era lindíssima, hein??? Babei nos looks.
Divertida :)