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Sinopse
Blake Washburn (Jeffrey Lynn) responsabiliza o empresário MacFarland (Donald Crisp) por sua derrota na corrida para a re-eleição à legislatura do Estado. Quando uma tragédia acontece, Blake é obrigada a mudar o seu ponto de vista.
Muito fraco. Em uma hora de filme vários temas são apresentados, mas em nenhum há um mínimo aprofundamento, servindo apenas como legitimação do status quo (passa uma falsa visão de respeito ambiental de grandes empresas; quando Blake critica os lucros exorbitantes, todos a sua volta o criticam; e têm aquela teoria porcaria do empresário MacFarland). Por conta disso, não fiquei nem um pouco surpreso da General Motors apoiar esse filme na época. Esquecível e desprezível
Se esse filme fosse feito hoje, provavelmente seria patrocinado pelo Véio da Havan, Vale ou Riachuelo. Propaganda escancarada da "importância" de grandes empresas para pequenas cidades -
no final, até o jornalista, outrora crítico, se dobra a tal importância
- , numa trama muito rasa e pouco desenvolvida nos seus pouco mais de 70 minutos. Vale pela cópia de excelente qualidade que sobreviveu ao tempo e pelo (pouco) tempo de tela de Marilyn.
Drama de curta duração da MGM escrito, dirigido e produzido pelo norueguês Arthur Pierson (1901-1975), radicado nos EUA que, além de tudo, era também ator. O cineasta dirigiu apenas 4 filmes em sua carreira, fora alguns episódios de seriados. O filme foi patrocinado pela General Motors para promover as virtudes das grandes empresas e foi sucesso de bilheteria.
Apesar de ter sido apelidado retrospectivamente de "filme de Marilyn Monroe" quando vendido em vídeo caseiro, Monroe (linda como sempre) só aparece no filme por cerca de 4 minutos no total. Além da muito comentada diferença de idade na vida real - 32 anos - entre irmão e irmã na tela, Jeffrey Lynn (1909-1995) e Melinda Casey, Lynn também era apenas 8 anos mais jovem que sua mãe na tela, Barbara Brown (1901-1975).
O filme é chato na maior parte do tempo, cujo único destaque interessante é o da garotinha Melinda Casey - que usou o pseudônimo Melinda Plowman - que é quem 'rouba' as melhores cenas quando aparece. A trama só melhora mesmo nos 20 minutos finais,
quando a menina - indo numa excursão de ônibus com os alunos de sua escola - acampam numa região montanhosa e a garotinha Katie se perde numa mina junta com seu cãozinho Raggs (que explode) e são soterrados devido à negligência de outro garoto. A partir daí, o drama se intensifica e todos ficam apreensivos pra tentarem salvar a vida dela o mais rápido possível.
Filme bem básico.Não há nada que possa prender a atenção.Não existe um bom mistério e nem um bom romance.Marilyn Monroe é colocada como a principal do filme,mas aparece muito pouco e estrela apenas o seu segundo filme na carreira.
>Maratona Marilyn Monroe - Assistido em 24 de Abril de 2020
Muito fraco. Em uma hora de filme vários temas são apresentados, mas em nenhum há um mínimo aprofundamento, servindo apenas como legitimação do status quo (passa uma falsa visão de respeito ambiental de grandes empresas; quando Blake critica os lucros exorbitantes, todos a sua volta o criticam; e têm aquela teoria porcaria do empresário MacFarland). Por conta disso, não fiquei nem um pouco surpreso da General Motors apoiar esse filme na época. Esquecível e desprezível
Bora falar a verdade: só vi pela Marilyn, rsrs
O título é bem nada a ver...
Visto em 27/01/23
Se esse filme fosse feito hoje, provavelmente seria patrocinado pelo Véio da Havan, Vale ou Riachuelo. Propaganda escancarada da "importância" de grandes empresas para pequenas cidades -
no final, até o jornalista, outrora crítico, se dobra a tal importância
Drama de curta duração da MGM escrito, dirigido e produzido pelo norueguês Arthur Pierson (1901-1975), radicado nos EUA que, além de tudo, era também ator. O cineasta dirigiu apenas 4 filmes em sua carreira, fora alguns episódios de seriados. O filme foi patrocinado pela General Motors para promover as virtudes das grandes empresas e foi sucesso de bilheteria.
Apesar de ter sido apelidado retrospectivamente de "filme de Marilyn Monroe" quando vendido em vídeo caseiro, Monroe (linda como sempre) só aparece no filme por cerca de 4 minutos no total. Além da muito comentada diferença de idade na vida real - 32 anos - entre irmão e irmã na tela, Jeffrey Lynn (1909-1995) e Melinda Casey, Lynn também era apenas 8 anos mais jovem que sua mãe na tela, Barbara Brown (1901-1975).
O filme é chato na maior parte do tempo, cujo único destaque interessante é o da garotinha Melinda Casey - que usou o pseudônimo Melinda Plowman - que é quem 'rouba' as melhores cenas quando aparece. A trama só melhora mesmo nos 20 minutos finais,
quando a menina - indo numa excursão de ônibus com os alunos de sua escola - acampam numa região montanhosa e a garotinha Katie se perde numa mina junta com seu cãozinho Raggs (que explode) e são soterrados devido à negligência de outro garoto. A partir daí, o drama se intensifica e todos ficam apreensivos pra tentarem salvar a vida dela o mais rápido possível.
Filme bem básico.Não há nada que possa prender a atenção.Não existe um bom mistério e nem um bom romance.Marilyn Monroe é colocada como a principal do filme,mas aparece muito pouco e estrela apenas o seu segundo filme na carreira.
>Maratona Marilyn Monroe - Assistido em 24 de Abril de 2020