Steven quer escrever e cantar. Mas como um jovem, sua voz não vai além da página de cartas da revista NME e das paredes sem saída de seu escritório.
Quando a cena punk explode, ele descobre que há mais na vida do que apenas as típicas fábricas obscuras de sua cidade. Então, Steven embarca em uma jornada para se tornar ele mesmo num lugar que está tentando fazê-lo como todo mundo.
O longa é antes um retrato, do que uma cinebiografia convencional sobre Steven Patrick Morrissey e sua vida pré-Smiths na década de 1970, em Manchester.
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Vai do nada a lugar nenhum, e apesar de ser notoriamente mimado e um chato, Morrissey estava longe de ser um "bobão" como pintaram nesse filme. Confundiram timidez e introspecção com seja la o que quiseram tentar mostrar nesse filme.
ele no começo parece o
cellbit
Gosto muito dos Smiths. Fazer um filme de bandas pré cine lacração de hoje em dia, a pelicula no minimo tem que ser sincera, humana e perto da realidade, se tratando ainda da cena pós punk inglesa. "England Is Mine" é um filme é chato, lento, silencioso, mas eu meio que gostei. O roteiro tenta o tempo todo mostrar a alma poética de Morrissey, vivido pelo ator Jack Lowden, que aliás esteve muito bem no descabelado e pois topetudo personagem. Na cena pesadona, nevoenta e fria da Manchester do fim dos anos 70, já beijando o tóba dos anos 80, o mundo era pesadão, meio escuro, Dark, Gótico, violento parecendo que ia estourar uma bomba a qualquer momento! E a cena musical londrina começou absorver e mostrar tudo isso. Tinha muita gente foda! Artista novo mudando tudo, traduzindo a época, meio que na onda do Pós Punk. Morrissey era diferente. Ele era letrado, poeta, gênio. E como a maioria dos gênios e poetas são pessoalmente seres estranhos, Morrissey não foge a regra. O cara é um pé no saco, nojento, vacilão e pagava cada mico que só o Rock pra salvar um tipo desse. O filme mostra ele se encontrando como artista, dando cabeçada profissional de todo jeito, até aceitar e acreditar no seu dom. É meio desanimador não ver os Smiths se formar, verdadeiramente. Lógico que eu queria um filme mais visceral e empolgante, mas o diretor Mark Gill deve ser um GÊNIO também dando cabeçada como diretor na vida! Mas o filme pelo menos segue interessante voltando um pouco no tempo sem frescura. Se o Morrissey trabalhasse comigo ele tava fudido... Ele ia formar a banda e gravar um disco numa semana! KKK!
um filme chato sobre um boy fresco arrogante
fraquíssimo