Na vila turca de Hasanlar, três irmãos que não se conheciam anteriormente se preparam para poderem entender o corpo do falecido pai. A medida que passam tempo juntos, eles descobrem mais sobre a figura paterna e também um ao outro.
Butterflies de 2018, Kelebekler no original, e Entre Irmãos no Brasil. Aqui tá marcado como drama, mas eu acho que teve bastante comédia e muitas cenas com aquele tipo de comédia nonsense, e isso me agradou bastante. O humor inesperado ajuda a equilibrar o tom mais pesado da história e torna o filme mais leve e agradável de acompanhar.
O drama familiar e a conexão que os irmãos criam são bons. Aos poucos a gente vai vendo eles se aproximarem e dividirem experiências ao longo da jornada, o que dá um certo calor humano à narrativa.
Porém, acho que o final iria entregar algo melhor. Não só pela mensagem que o velho cego traz no final — até aí tudo bem —, mas acho que faltou eles externarem seus sentimentos e dizer que, pelo menos, essa jornada serviu para uni-los de verdade. Essa falta de uma conversa mais aberta e emocional deixa a resolução um pouco incompleta.
Além disso, eu esperava algo mais quando começou a aparecer as borboletas. Elas surgem como um possível símbolo importante, mas no final não têm sentido nenhum claro. Acho que isso é um ponto fraco do filme: a metáfora fica solta e não se conecta de forma satisfatória com o arco dos personagens. Apesar disso, o filme tem carisma e algumas situações engraçadas que funcionam bem.
No geral, um filme com boas intenções, momentos divertidos e uma relação entre irmãos que prende a atenção, mas que
Butterflies de 2018, Kelebekler no original, e Entre Irmãos no Brasil. Aqui tá marcado como drama, mas eu acho que teve bastante comédia e muitas cenas com aquele tipo de comédia nonsense, e isso me agradou bastante. O humor inesperado ajuda a equilibrar o tom mais pesado da história e torna o filme mais leve e agradável de acompanhar.
O drama familiar e a conexão que os irmãos criam são bons. Aos poucos a gente vai vendo eles se aproximarem e dividirem experiências ao longo da jornada, o que dá um certo calor humano à narrativa.
Porém, acho que o final iria entregar algo melhor. Não só pela mensagem que o velho cego traz no final — até aí tudo bem —, mas acho que faltou eles externarem seus sentimentos e dizer que, pelo menos, essa jornada serviu para uni-los de verdade. Essa falta de uma conversa mais aberta e emocional deixa a resolução um pouco incompleta.
Além disso, eu esperava algo mais quando começou a aparecer as borboletas. Elas surgem como um possível símbolo importante, mas no final não têm sentido nenhum claro. Acho que isso é um ponto fraco do filme: a metáfora fica solta e não se conecta de forma satisfatória com o arco dos personagens. Apesar disso, o filme tem carisma e algumas situações engraçadas que funcionam bem.
No geral, um filme com boas intenções, momentos divertidos e uma relação entre irmãos que prende a atenção, mas que
deixa a desejar no fechamento emocional e simbólico.
Assistido em 24/08/2026