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Esta é a fórmula de uma história de amor de um artista para outro. Sydney Pollack, um dos maiores cineastas do mundo que conhecia pouco sobre arquitetura a não ser o que admirava, foi convidado por seu amigo, o notório arquiteto Frank Gehry, para fazer um filme sobre sua vida e métodos de trabalho. O resultado dessa parceria é muito especial: armado com uma câmera, Pollack mergulha na vida do criador do museu de Guggenheim em Bilbao, rastreando sua juventude, seu primeiro casamento e sua crescente fama. O filme apresenta um retrato muito próximo e observador de Gehry quando interage com colegas de trabalho desenvolvendo meticulosamente maquetes até encontrar a perfeição. Pollack realiza um ótimo trabalho ao capturar estes momentos quando idéias espontâneas colidem com questões práticas. Trata-se de um filme sensível sobre um homem que ousou sonhar com edifícios que transcendem o traço linear que define a maior parte da arquitetura. Acima de tudo, Gehry, dinâmico e questionador, se revela um assunto interessante e encantador.
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Co-produção teuto-estadunidense da Sony Pictures Classics que é um documentário biográfico feito para uma série de TV do programa "American Masters", que começou em 1986 e já está na 39° temporada. Este foi último filme dirigido por Sydney Pollack (1934-2008). O filme é sobre a vida e a obra do famoso arquiteto canadense-americano Frank Gehry.
O veterano arquiteto canadense Frank Gehry está atualmente com 96 anos e o ator Dennis Hopper (1936-2010) é um dos que participam do documentário. Pollack e Gehry eram amigos e admiradores mútuos há anos. O filme apresenta imagens de vários edifícios projetados por Gehry, incluindo o Anaheim Ice (a pista de treinamento dos Mighty Ducks de Anaheim), o Museu Guggenheim de Bilbao e o Walt Disney Concert Hall.
Decidi assistir ao filme, única e exclusivamente, por causa do diretor, um dos raros filmes que faltava pra mim completar a filmografia dele. Achei extremamente entediante e interminável. Talvez para alunos de arquitetura ou entendidos do negócio este documentário seria o mais ideal e recomendado. Sendo leigo no assunto, pra mim não funcionou. Só foi uma perda de tempo como várias outras vezes já me aconteceu.
As obras do Frank Gehry representam o famoso "não entendi nada, mas adorei".
Muito motivacional.
Em pensar que Frank Gehry chegou a dirigir caminhão na juventude e quase por acidente tornar-se um profissional da aviação. A vida acaba reservando surpresas inimagináveis, sem querer ser fatalista. Que maravilha poder realizar sonhos através de obras tão espetaculares. Como bem expressou Jessica R. (abaixo) , como é interessante o diálogo entre a mente do arquiteto e a arte. Por outro lado Sydney Pollack organizou magistralmente o documentário
Além da condição de ser estudante de arquitetura, pessoalmente me vejo impossibilitado de não reproduzir o que um dos críticos falou no documentário... Por vezes achei que o Frank Gehry acabou criando uma marca também, de total afirmação, e pode ser sim que a cultura de aceitação impeça que as pessoas critiquem a forma dele fazer arquitetura. Que na visão da física, as construções são estratosfericamente desafiadoras, é verdade, mas para mim, que não simpatizo com a estética de suas formas, além de não ver preocupação social, acabo concluindo que não vai muito além das loucuras estruturais de um dos "starchitects". No mais, é sempre bom procurar saber sobre os caras que você estuda, e longe de mim ter me arrependido de assisti-lo.