Quando começou a sessão, não sabia que o artista mostrado era o pai do cineasta. E incomodei-me um pouco com o depoimento do escultor, comparando seu desinteresse por animais ao fascínio que nutre pelas imensas raízes. Entretanto, quando as obras ganham vida através de montagem e fotografia multicolorida, eu tremi de gozo: que filme bonito, que aula de fricção artística (para aproveitar o jargão curatorial que me permitiu descobrir esta maravilha). Incrível descoberta, uhuuuuuuu! (WPC>)
Quando começou a sessão, não sabia que o artista mostrado era o pai do cineasta. E incomodei-me um pouco com o depoimento do escultor, comparando seu desinteresse por animais ao fascínio que nutre pelas imensas raízes. Entretanto, quando as obras ganham vida através de montagem e fotografia multicolorida, eu tremi de gozo: que filme bonito, que aula de fricção artística (para aproveitar o jargão curatorial que me permitiu descobrir esta maravilha). Incrível descoberta, uhuuuuuuu! (WPC>)
Interessante em criar experimentações visuais com as obras e ao mostrar o outro lado do glamour do mundo artístico no final.
Gostei bastante.
Aliás, paizinho bom esse do Teshigahara, não?