Nihat vive uma vida entediante e solitária até que uma colega de trabalho mais jovem o convida para jantar. Na casa dela, ele descobre que é idêntico ao marido dela, um criminoso que está na prisão. Ela tira vantagem da presença de Nihat, fazendo o que não podia fazer com seu marido. Ele vê sua identidade deslizar e se distorcer, e o mundo perigoso de seu doppelganger encontrando o seu. Uma releitura lúdica da obra-prima de Alfred Hitchcock, Um Corpo que Cai.
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Perdi meu tempo, sem pé nem cabeça!! Muito ruim demais da conta.
Apesar de toda a morosidade que o andamento do filme se apresenta “Eu não sou ele” me cativou, mas confesso que foi aos poucos. É um roteiro que nos coloca à prova e nos desafia como arma uma das ferramentas mais instigantes que existem (pelo menos pra mim) - a possibilidade de um nosso “duplo”
A historia de um homem que leva uma vida surrealmente rotineira tem seu impacto quebrado quando descobre que o marido preso de uma colega de trabalho se parece muito com ele. Aos poucos o cenário começa a mudar e pequenos fragmentos de uma história fantástica começa a se formar que se eu fosse contar mais seria entregar alguns spoilers. Só posso dizer uma coisa: É cinema europeu de corpo e alma e de estilo inconfundível.
Muito bom! As vezes eu não sabia se deveria rir pelo clima tenso que segue o filme (talvez pelo jeitão introspectivo do protagonista), mas não conseguia me conter! Tem cenas que eu não sabia nem porque estava rindo, as poucas falas criam situações muito cômicas. Gostei do roteiro, achei a história bem trabalhada e os fatos improváveis foram o toque especial. Esteticamente, lindo. Não teve uma cena que não me enchesse os olhos (a Maryam é linda demais).
Quando saí da sala do cinema, só via expressões satisfeitas e só ouvia comentários positivos, o que mostra que algo de bom esse filme tem. Recomendo.