As últimas horas de vida do jovem matemático Evariste Galois (1811-32), que na madrugada anterior ao duelo fatal que enfrentaria, debruçou-se sobre seus cadernos para concluir os cálculos que marcariam seu nome na História.
Vi esta jóia como presente de um amigo aniversariante, que exortou-me a mergulhar no universo astruquiano e já tornei-me fã. A atmosfera mistura temas caros a Robert Bresson e Edgar Allan Poe, mas sob uma égide mui homoerótica, na biografização de um personagem real, muitíssimo bem-vivido pelo belo José Varela. A encenação é claustrofílica, conforme perceberei a posterior ser a marca registrada do diretor, e o elenco compreende muitíssimo bem a proposta emocional do média-metragem, que deixa a morte do protagonista antecipada e onipresente via narração interior e insone. Magnífico. Grande descoberta de Ano Novo. Quero mais - e obtive! <3 (WPC>)
Vale pela curiosidade.
Vi esta jóia como presente de um amigo aniversariante, que exortou-me a mergulhar no universo astruquiano e já tornei-me fã. A atmosfera mistura temas caros a Robert Bresson e Edgar Allan Poe, mas sob uma égide mui homoerótica, na biografização de um personagem real, muitíssimo bem-vivido pelo belo José Varela. A encenação é claustrofílica, conforme perceberei a posterior ser a marca registrada do diretor, e o elenco compreende muitíssimo bem a proposta emocional do média-metragem, que deixa a morte do protagonista antecipada e onipresente via narração interior e insone. Magnífico. Grande descoberta de Ano Novo. Quero mais - e obtive! <3 (WPC>)