Graças ao MUBI, estamos descobrindo este curta-metragista maravilhoso, que possui uma obsessão benfazeja pela angústia humana, pelo tema do sofrimento enquanto processo a ser enfrentado e compreendido. Aqui, entretanto, o enredo não funciona tanto: há algo de forçado nos diálogos interrogativos sobre a possibilidade de "ainda permanecer sonhando depois de morto". Há um intentado apelo dramático na revelação amoroso que é feita antes de um funeral anunciado, mas o roteiro é vago, sem a mesma pujança das obras anteriores. Idem em relação às brincadeiras cromáticas de fotografia e fotografia, que não são tão expressivas quanto aquelas que vimos nos extraordinários KINGYO e LOVE SUICIDES. Mas sigamos acompanhando as suas obsessões taciturnas: desde antes, confirmamos que este cineasta é um gênio ainda pouquíssimo conhecido! (WPC>)
Interessante o trabalho sonoro. Para além de tudo, fiquei pensando no porque desse nome..
Graças ao MUBI, estamos descobrindo este curta-metragista maravilhoso, que possui uma obsessão benfazeja pela angústia humana, pelo tema do sofrimento enquanto processo a ser enfrentado e compreendido. Aqui, entretanto, o enredo não funciona tanto: há algo de forçado nos diálogos interrogativos sobre a possibilidade de "ainda permanecer sonhando depois de morto". Há um intentado apelo dramático na revelação amoroso que é feita antes de um funeral anunciado, mas o roteiro é vago, sem a mesma pujança das obras anteriores. Idem em relação às brincadeiras cromáticas de fotografia e fotografia, que não são tão expressivas quanto aquelas que vimos nos extraordinários KINGYO e LOVE SUICIDES. Mas sigamos acompanhando as suas obsessões taciturnas: desde antes, confirmamos que este cineasta é um gênio ainda pouquíssimo conhecido! (WPC>)