Tem um inicio que remete aquele cine prive da band com filmes esfolantes de ruins sobre erotismo, mas nao, e um pusta drama picotado em historietas que vão se juntando ao fim, cada personagens com a sua...
Só senti falta de algo mais denso nos enlaces dos personagens uns com os outros, Koteas fica igual um bicho grilo ciumento, nao se aprofunda na historia do cadeirante, só da a entender depois quando Francis explica sobre o interrogatório da policia, quem é o cadeirante, e o carinho que Francis tem pela filha do cara..
Mia Kirshner esta incrível de gata seduzente..mas ficou vago demais na obra seu desenvolvimento, e principalmente seu envolvimento com o Koteas, que alias , bela lição, se tem algo inconcluido com relação aos sentimentos, jamais trabalhe junto, da merda...
- cada um mais dodói da cabeça do que o outro - as pessoas fazem de tudo pra resolver seus problemas psicológicos, menos procurar ajuda profissional de um psicólogo - vai se adentrando as camadas e entrega um drama bem denso, mas a conclusão deixa a desejar
Chato, entediante e depois de tanto tédio várias pontas soltas. O que salva é a trilha sonora. No caso de muitos comentários (masculinos) percebo que o que mais chamou atenção foi a dança na boate.
Poderia dar mais estrelas, se pelo menos (ao meu ver) o diretor soubesse trabalhar melhor com atores. Achei todas as atuações um pouco artificiais, forçadas.
Mas, é uma boa estória. Nem imaginava que iria para o caminho que tomou. Nesse ponto me surpreendeu.
Contem spoilers dançantes
Tem um inicio que remete aquele cine prive da band com filmes esfolantes de ruins sobre erotismo, mas nao, e um pusta drama picotado em historietas que vão se juntando ao fim, cada personagens com a sua...
Só senti falta de algo mais denso nos enlaces dos personagens uns com os outros, Koteas fica igual um bicho grilo ciumento, nao se aprofunda na historia do cadeirante, só da a entender depois quando Francis explica sobre o interrogatório da policia, quem é o cadeirante, e o carinho que Francis tem pela filha do cara..
Mia Kirshner esta incrível de gata seduzente..mas ficou vago demais na obra seu desenvolvimento, e principalmente seu envolvimento com o Koteas, que alias , bela lição, se tem algo inconcluido com relação aos sentimentos, jamais trabalhe junto, da merda...
gosto da atmosfera enigmática dos filmes do Egoyan, explorando feridas internas, tabus e imoralidade.
- cada um mais dodói da cabeça do que o outro
- as pessoas fazem de tudo pra resolver seus problemas psicológicos, menos procurar ajuda profissional de um psicólogo
- vai se adentrando as camadas e entrega um drama bem denso, mas a conclusão deixa a desejar
Chato, entediante e depois de tanto tédio várias pontas soltas. O que salva é a trilha sonora. No caso de muitos comentários (masculinos) percebo que o que mais chamou atenção foi a dança na boate.
Poderia dar mais estrelas, se pelo menos (ao meu ver) o diretor soubesse trabalhar melhor com atores. Achei todas as atuações um pouco artificiais, forçadas.
Mas, é uma boa estória. Nem imaginava que iria para o caminho que tomou. Nesse ponto me surpreendeu.