Gente, não entendi a nota tão baixa deste filme. Ele conseguiu me prender do início ao fim. Gostei dos plotwists e achei as atuações e o enredo condizentes com o estilo de filme. Vale a pena assistir.
EXPLOITED Direção: Jon Abrahams Ano: 2022 Assistido em: 27/08/2023
Eu sou um confesso apaixonado por filmes de suspense, é meu genero favorito, e particularmente não faço distinção entre nenhuma produção, não importa se sejam grandes títulos dos maiores estúdios de Hollywood ou aquelas produções obscuras do “cinema B”, assisto do mesmo jeito, e se for um suspense erótico daqueles que lotavam o Super Cine, melhor ainda. Descobri “Exploited”, e vi que era uma mistura entre thriller e terror, e resolvi dar uma chance, mas antes não tivesse dado nenhuma oportunidade.
Quando Brian entra na faculdade, ele acaba acidentalmente descobrindo uma série de vídeos perturbadores do antigo residente do quarto do dormitório onde ele foi alocado. Aos poucos ele vai ficando obcecado em descobrir mais detalhes sobre aquele homem dos vídeos, ao mesmo tempo que vai se envolvendo com seu colega de quarto hétero.
A palavra de ordem dos últimos anos de Hollywoodland é “representatividade”, pessoas estão conseguindo mais espaço independentemente sua raça, etnia, gênero ou sexualidade, e isso é algo extremamente positivo, mesmo que os filmes entregues não sejam dos melhores. Há alguns anos, surgiu uma discussão iniciada pelo filme “Love, Simon” (2018), que muitos criticaram por ser apenas mais um “romance meloso protagonizado por ‘adolescentes’”, enquanto outra corrente defendia que o mais importante era o fato de ser o primeiro “romance meloso protagonizado por ‘adolescentes’”, cujos protagonistas eram gays. Logo para mim esse longa deveria ter esse mesmo fator, o de thriller/terror erótico com protagonistas homossexuais, mas infelizmente o agrado logo se dissipa devido ao fato do roteiro ser uma lástima.
Previsível ao extremo, o roteiro não surpreende ninguém, ao menos que você seja o mais completo iniciante nesse mundinho dos filmes de suspense, poderá descobrir facilmente todas as reviravoltas do filme antes delas ocorrerem, inclusive o plot principal da história, o fato dos personagens serem mal escritos, e o elenco ser fraquinho, também colaboram para o resultado abaixo do padrão.
A priori imaginava que Jon Abrahams faria um slasher daqueles bem anos 80, mas não foi nada disso, mesmo tendo apenas 1h20min o filme é terrivelmente lento, as coisas demoram a ocorrer, e a parte “interessante” só vem lá no final, e vem de uma maneira tão atropelada e abrupta que nem é satisfatório. Enfim é um filme bem incompetente no que se propõe, já que não deixa ninguém ansioso e muito menos com medo. Talvez o maior agrado seja a quantidade de homens gostosos nus se pegando, mas convenhamos um filme que é lembrado apenas por seu elenco sem roupa, não pode ser levado a sério.
Só não vai pra lata de lixo, porque deu pra sentir que TENTARAM. Hollywood está cheia de roteiros me*da pra filmes com alto orçamento, então é justo deixar que esses "lado b" não sejam massacrados por isso.
A cena na casa da professora é de se dar risada, fiquei em choque; dava pra colocar uma trilha de cartoon que ia ser perfeito.
Fez o que pode. É simples, não quer ser grande coisa. Serve sixpack e diverte.
que grande bagunça kkkk mt mal feito
todo mundo nesse filme sente um tesao danado
Gente, não entendi a nota tão baixa deste filme. Ele conseguiu me prender do início ao fim. Gostei dos plotwists e achei as atuações e o enredo condizentes com o estilo de filme. Vale a pena assistir.
EXPLOITED
Direção: Jon Abrahams
Ano: 2022
Assistido em: 27/08/2023
Eu sou um confesso apaixonado por filmes de suspense, é meu genero favorito, e particularmente não faço distinção entre nenhuma produção, não importa se sejam grandes títulos dos maiores estúdios de Hollywood ou aquelas produções obscuras do “cinema B”, assisto do mesmo jeito, e se for um suspense erótico daqueles que lotavam o Super Cine, melhor ainda. Descobri “Exploited”, e vi que era uma mistura entre thriller e terror, e resolvi dar uma chance, mas antes não tivesse dado nenhuma oportunidade.
Quando Brian entra na faculdade, ele acaba acidentalmente descobrindo uma série de vídeos perturbadores do antigo residente do quarto do dormitório onde ele foi alocado. Aos poucos ele vai ficando obcecado em descobrir mais detalhes sobre aquele homem dos vídeos, ao mesmo tempo que vai se envolvendo com seu colega de quarto hétero.
A palavra de ordem dos últimos anos de Hollywoodland é “representatividade”, pessoas estão conseguindo mais espaço independentemente sua raça, etnia, gênero ou sexualidade, e isso é algo extremamente positivo, mesmo que os filmes entregues não sejam dos melhores. Há alguns anos, surgiu uma discussão iniciada pelo filme “Love, Simon” (2018), que muitos criticaram por ser apenas mais um “romance meloso protagonizado por ‘adolescentes’”, enquanto outra corrente defendia que o mais importante era o fato de ser o primeiro “romance meloso protagonizado por ‘adolescentes’”, cujos protagonistas eram gays. Logo para mim esse longa deveria ter esse mesmo fator, o de thriller/terror erótico com protagonistas homossexuais, mas infelizmente o agrado logo se dissipa devido ao fato do roteiro ser uma lástima.
Previsível ao extremo, o roteiro não surpreende ninguém, ao menos que você seja o mais completo iniciante nesse mundinho dos filmes de suspense, poderá descobrir facilmente todas as reviravoltas do filme antes delas ocorrerem, inclusive o plot principal da história, o fato dos personagens serem mal escritos, e o elenco ser fraquinho, também colaboram para o resultado abaixo do padrão.
A priori imaginava que Jon Abrahams faria um slasher daqueles bem anos 80, mas não foi nada disso, mesmo tendo apenas 1h20min o filme é terrivelmente lento, as coisas demoram a ocorrer, e a parte “interessante” só vem lá no final, e vem de uma maneira tão atropelada e abrupta que nem é satisfatório. Enfim é um filme bem incompetente no que se propõe, já que não deixa ninguém ansioso e muito menos com medo. Talvez o maior agrado seja a quantidade de homens gostosos nus se pegando, mas convenhamos um filme que é lembrado apenas por seu elenco sem roupa, não pode ser levado a sério.
Só não vai pra lata de lixo, porque deu pra sentir que TENTARAM.
Hollywood está cheia de roteiros me*da pra filmes com alto orçamento, então é justo deixar que esses "lado b" não sejam massacrados por isso.
A cena na casa da professora é de se dar risada, fiquei em choque; dava pra colocar uma trilha de cartoon que ia ser perfeito.
E a revelação do "assassino"
(que não mata ninguém no filme)
Um ponto a menos pelo "casal gay" que nem se beija, parecendo duas portas de cômoda travadas.
Sim, o filme se intitula de "Exploited" (em referencia ao gênero Exploitation), mas nem risca o apelativo do tema... precisa comer mais feijão.