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Primeira parte de uma das séries mais comentadas do cinema, o filme examina a morte bem de perto, de todos os ângulos. Por isso, os espectadores com estômago fraco devem passar bem longe deste lançamento.
Este volume apresenta uma sangrenta luta de cãs, uma jantar com cérebro de macaco, um homem ateando fogo no próprio corpo, uma visita a um quarto de autópsias entre outras atrocidades mortais
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O filme tornou-se um fenômeno cultural na locadoras de VHS nos anos 80 e 90. Lembro que na escola sempre era assunto entre o pessoal e em uma época sem internet era o material mais chocantes que uma criança conseguiria ver.
A narração é icônica e servia pra dar mais credibilidade ao filme, sempre com tom poético e ao mesmo tempo sarcástico que se tornou marca registrada da franquia.
Mas revendo atualmente a "magia" acaba. Fica bem nítido que grande parte era apenas encenação barata, como os patéticos ataques de jacaré e urso, execuções dos presos, além do bobagem dos fantasmas no final. Mesmo assim alguns momentos ainda causam um certo impacto como a cena do macaco, do galo pulando sem cabeça, autópsias no necrotério e abate de animais.
Visto na época de escola tudo parecia mais macabro, já que não havia como diferenciar o que era real ou fake. E o diretor picareta soube como polemizar seu produto, principalmente com aquela famosa advertência que deixava qualquer VHS mais irresistível: "banido em mais 40 países!"
Curiosidades: A sequência mais emblemática do filme — onde turistas em um restaurante exótico espancam o crânio de um macaco para comer seu cérebro — é uma encenação grotesca. Os cérebros eram feitos de couve-flor e molho, os macacos reais foram trocados por cabeças de adereço de espuma sob a mesa, e os "clientes" eram atores locais de Los Angeles.
A "briga violenta de cães" que era simplesmente dois cães cobertos de sangue cenográfico brincando. A execução na cadeira elétrica foi realizada construindo-se uma cadeira falsa, usando pasta de dente para simular saliva e adicionando sons de eletricidade na pós-produção.
Uma das poucas parte não roteirizadas do filme apresenta o corpo de um surfista morto que foi levado pela correnteza até a praia. Além dela cenas do necrotério, do suicida, do paraquedista, do culto da cobra, do acidente de avião e dos acidentes de trânsito, eram autênticas.
Anos mais tarde, o diretor John Alan Schwartz admitiu publicamente que a maior parte das cenas chocantes foi gravada com figurantes em Los Angeles e que a ideia do filme surgiu quando produtores pediram a ele algo barato que vendesse bem no mercado asiático.
Assisti a este clássico sabendo da sua fama e, visto hoje, o choque visual diminuiu muito. Como a maioria das situações mais bizarras são claramente fakes e os efeitos práticos envelheceram, o filme perdeu aquele peso do gore realista. Ainda assim, está longe de ser descartável.
Por trás da bizarrice e do sensacionalismo, a obra acaba provocando reflexões interessantes sobre a fragilidade da vida, a inevitabilidade da morte e o fascínio humano por aquilo que mais teme.
Não lembro quais exatamente, mas lembro que vi alguns desses filmes na infância e eles me assombraram, então como não lembro e por curiosidade, resolvi rever o máximo que eu puder.
Esse aqui achei bem ruim, sensacionalista e chato.
Uma narrativa pouco empolgante, tema mal desenvolvido e saturado de cenas com animais.
Esse foi um dos que vi anteriormente, pois lembrava da cena do macaco e da execução na cadeira elétrica.
18-05-2026 - Revisto
Mais um filme de terror superestimado e fraco, que só chocou na época que foi lançado porque não existia internet. E outra, detesto esses filmes que ficam usando cenas reais de mortes de animais e é quase só isso, grande parte das mortes são de animais, pelo blá, blá, blá todo em volta desse filme, eu esperava mortes HUMANAS, não de animalzinhos. Decepcionante. Duas estrelas pelo impacto que teve na época que foi lançado e por uma cena e outra com efeitos práticos bons.
Entendo o choque que causou em sua época, existem momentos de fato extremamente indigestos, porém não envelheceu nada bem.