Contado através de lembranças de juventude, aprendizado, sabedoria e partida, este é um mito imaginado para a fábrica de tubos indiana usada pelo Ho-Chunk para reviver aqueles que desmaiaram.
Começa muitíssimo bem, revela-se como uma peça cinematográfica à la Peter Greenaway, com múltiplas possibilidades de leitura (imagética, sonora e duplamente literal) na tela, e transmite o poder xamânico de maneira cativante, bonita, emocionante, familiar... Cansa um pouco, apesar disso. Mas é o de menos: é um curta-metragem que serve tanto cinematograficamente quanto em seu caráter de valoração cultural indígena. (WPC>)
Começa muitíssimo bem, revela-se como uma peça cinematográfica à la Peter Greenaway, com múltiplas possibilidades de leitura (imagética, sonora e duplamente literal) na tela, e transmite o poder xamânico de maneira cativante, bonita, emocionante, familiar... Cansa um pouco, apesar disso. Mas é o de menos: é um curta-metragem que serve tanto cinematograficamente quanto em seu caráter de valoração cultural indígena. (WPC>)