Muito bom!! Quem teve a melhor sacada foi o advogado da Anne: "quando vc pensa na experiência da arte, se algo muda com base no conhecimento de que aquilo não é o que pretende ser"
Quando se trata da possibilidade de lucrar milhões muita gente se finge de bobo, lembrando os casos das famosas pirâmides financeiras. Desde o início esse era um negócio bom demais pra ser verdade, quadros desconhecidos supostamente surgidos do nada, com histórias mirabolantes sobre a origem e valendo milhões, vendo de fora já dava pra notar que era picaretagem.
Apesar das falsificações do chinês serem muito convincentes, houve muita "boa vontade" por parte dos negociantes em querer acreditar nas histórias inventadas sobre a procedência dos quadros.
E nisso o documentário é muito bem produzido trazendo vários depoimentos dos envolvidos, tanto a parte dos negociantes como dos compradores tapeados. Fica difícil acreditar que Ann Freedman que foi a principal responsável pelo esquema, ter sido tão inocente assim diante de tantos indícios de fraude.
Inicialmente ela pode ter até acreditado realmente na autenticidade das obras, mas no decorrer do processo ela certamente caiu na real que tinha sido tapeada, e a partir daí não quis dar o braço a torcer por uma questão de ego.
E nesse circo milhões de dólares e reputações viraram poeira, mas como se tratam de bilionários perdendo o que para eles são apenas alguns trocados, ninguém realmente se importa. Nem eles próprios parecem tão incomodados pela perda financeira, o que doeu mais no fim das contas foi só o ego ferido de alguns deles, que se passaram por trouxas....
O chinês era monstruosamente bom. Uma pena que não optou por realmente se dedicar a autenticidade (apesar de terem sido pinturas inéditas), pois não faltava talento. Cara vai morrer sem saber se teria chance ou não de emplacar pinturas próprias.
Sobre o resto: Enquanto tiver rolando esses valores exorbitantes nessas obras de artes, continuará tendo fraudes desse tipo. Apesar de entender a preciosidade de algumas obras e de ser algo extremamente subjetivo, não justifica pagar milhões e milhões nesse tipo de coisa. Acho mais coerente outros tipos de investimento.
Documentário básico sobre ricos acumuladores de obras de arte se ferrando com falsificações. Tirando o desbunde de ver isso e a história real por si só interessante, o documentário segue um caminho didático e manjado de empilhar depoimentos em meio à ordem cronológica dos fatos. Podia mais.
Muito bom!! Quem teve a melhor sacada foi o advogado da Anne: "quando vc pensa na experiência da arte, se algo muda com base no conhecimento de que aquilo não é o que pretende ser"
Quando se trata da possibilidade de lucrar milhões muita gente se finge de bobo, lembrando os casos das famosas pirâmides financeiras. Desde o início esse era um negócio bom demais pra ser verdade, quadros desconhecidos supostamente surgidos do nada, com histórias mirabolantes sobre a origem e valendo milhões, vendo de fora já dava pra notar que era picaretagem.
Apesar das falsificações do chinês serem muito convincentes, houve muita "boa vontade" por parte dos negociantes em querer acreditar nas histórias inventadas sobre a procedência dos quadros.
E nisso o documentário é muito bem produzido trazendo vários depoimentos dos envolvidos, tanto a parte dos negociantes como dos compradores tapeados. Fica difícil acreditar que Ann Freedman que foi a principal responsável pelo esquema, ter sido tão inocente assim diante de tantos indícios de fraude.
Inicialmente ela pode ter até acreditado realmente na autenticidade das obras, mas no decorrer do processo ela certamente caiu na real que tinha sido tapeada, e a partir daí não quis dar o braço a torcer por uma questão de ego.
E nesse circo milhões de dólares e reputações viraram poeira, mas como se tratam de bilionários perdendo o que para eles são apenas alguns trocados, ninguém realmente se importa. Nem eles próprios parecem tão incomodados pela perda financeira, o que doeu mais no fim das contas foi só o ego ferido de alguns deles, que se passaram por trouxas....
O cara sacaneou a mulher da galeria chamando o FBI. Ele era amigo dela! Agora os falsificadores não são amadores não! Dose!
O chinês era monstruosamente bom. Uma pena que não optou por realmente se dedicar a autenticidade (apesar de terem sido pinturas inéditas), pois não faltava talento. Cara vai morrer sem saber se teria chance ou não de emplacar pinturas próprias.
Sobre o resto: Enquanto tiver rolando esses valores exorbitantes nessas obras de artes, continuará tendo fraudes desse tipo. Apesar de entender a preciosidade de algumas obras e de ser algo extremamente subjetivo, não justifica pagar milhões e milhões nesse tipo de coisa. Acho mais coerente outros tipos de investimento.
Documentário básico sobre ricos acumuladores de obras de arte se ferrando com falsificações. Tirando o desbunde de ver isso e a história real por si só interessante, o documentário segue um caminho didático e manjado de empilhar depoimentos em meio à ordem cronológica dos fatos. Podia mais.