Assistir a "Fartura", curta de Yasmin Thayná, é reviver memórias da minha infância, em que a família toda se reunia para celebrar/comemorar momentos especiais nos ambientes caseiros. Neste sentido, chama a atenção no curta a maneira como a diretora trabalha com os símbolos que remetem ao sentido de comemoração: a comida (farta), a música, a religião, a família, a decoração, as bebidas. Tudo reforçando o sentido do Aprender, do Fazer e do Memorar - os capítulos que integram essa história. Um filme marcado pelo afeto que nos faz sentir.
Yasmin Thayná traz uma delicadeza nesta produção que é de arrepiar. A sensibilidade e poesia no ato de cozinhar permitem reflexões para além das falas das entrevistadas. Ótimo, ótimo!
Assistir a "Fartura", curta de Yasmin Thayná, é reviver memórias da minha infância, em que a família toda se reunia para celebrar/comemorar momentos especiais nos ambientes caseiros. Neste sentido, chama a atenção no curta a maneira como a diretora trabalha com os símbolos que remetem ao sentido de comemoração: a comida (farta), a música, a religião, a família, a decoração, as bebidas. Tudo reforçando o sentido do Aprender, do Fazer e do Memorar - os capítulos que integram essa história. Um filme marcado pelo afeto que nos faz sentir.
Comida e memória: tem algo mais humano que isso? Lindo demais!
Yasmin Thayná traz uma delicadeza nesta produção que é de arrepiar. A sensibilidade e poesia no ato de cozinhar permitem reflexões para além das falas das entrevistadas. Ótimo, ótimo!
Muito bom. As festas de família da minha casa nunca tinham sido tão bem representadas.