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Excelente! Transmitiu perfeitamente a ótica infantil, a ingenuidade, a compreensão da realidade, tudo está representado de forma não-naturalista, até para proporcionar nossa entronização com esse "maravioso" protagonista vivido pelo Isaac Amendoim. As outras crianças estão bem, alguns mais funcionais que outros, mas nada que prejudique a experiência. Sobre a questão do sotaque, honestamente, não há nada produzido desse universo do Chico Bento (falo de animações) em que os personagens não falem de forma meio caricatural... Até pela composição de todo o restante do filme não fazia sentido sotaque "realista"... Sejamos razoáveis: é um personagem criado nos anos 60 que já carrega consigo os esteriótipos daquele tempo, mas sem reduzir a essência dos personagens a esse esteriótipo...
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Eu, simplesmente, amei "A mesma parte de um homem" este foi meu favorito! Adorei que a Jonhann ganhou o prêmio destaque feminino da Mostra.
Não mesmo rs Eu tentei assistir um de cada Mostra e eu perdi vários que depois fiquei com vontade de ver como: Açucena e Rosa Tirana :(
Entrei de corpo e alma no filme. Toda aquela lentidão de vila prestes a se tornar vila fantasma e todo aquele marasmo de lugar pequeno eu bebi aos borbotões. O ritmo é lento, o tempo de Kaylane é outro, é o tempo da natureza... As tragédias e o abandono acompanham nossa protagonista o tempo inteiro. Além dos terríveis crimes ambientais denunciados, algo que me tocou foi a destruição do sonho, mesmo quando ele nos custa decisões de moral questionável. Aqui me refiro ao destino da mãe. Nossa, tombei com o destino dela... Entre os aspectos técnicos, fotografia e som são destaques memoráveis. Que coragem do Marcos e da equipe de entrar em alguns desses lugares. A pequena Eva jamais será a mesma música para mim 💔