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O peso da nossa história, o peso da narrativa e o peso da força de quem viveu os horrores da ditadura e entendeu que não devia se calar e era "preciso dar um jeito", todos presentes nesse filme dirigido de forma impecável e atuado com maestria, principalmente pela Fernanda Torres e Selton, mas também com destaque para as crianças e a espetacular Fernanda Montenegro que com poucos minutos de tela e sem nenhuma fala nos deixa impactados. Destaque também para a trilha sonora que nos arranca suspiros e um mergulho mais profundo ainda na trama.
Achei um pouco apressado na primeira parte, alguns diálogos um tanto confusos, mas isso não fez com que minha experiência com o filme fosse prejudicada a ponto de não considerá-lo um bom filme.
As cenas de tensão e de ação, os detalhes das expressões nos enquadramentos da câmera no rosto das personagens quando demonstram suas motivações, foram pra mim os pontos fortes da obra.
E sem contar com a trilha sonora de Linkin Park e Audioslave, aí é difícil alguém bater!
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Beleza brother. Tamo junto!
Amizade aceita Vinicius. Seja bem vindo brother.
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Assisti com a família para passar o tempo, mas não acho que foi o mais adequado para isso. Não tem propósito algum e, ao meu ver, anula toda a ideia do primeiro filme, que trabalha a ideia do "chefinho", e toda sua história por trás, ser uma metáfora de como uma criança da idade do Tim pode interpretar a chegada de um irmãozinho na família e ele perdendo o posto de filho único e ser o centro das atenções.
Nesse filme dá a entender que não é só "mente fértil" do Tim,mas toda aquela loucura existe, ainda acrescentam que existe poção mágica para rejuvenescimento, colocam o Tim como um imaturo e sem aspirações, descaracterizando o personagem apresentado no primeiro filme, entre outras coisas que não se encaixaram.
Mas talvez eu esteja sendo muito duro com uma animação despretensiosa, talvez...