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Data de lançamento
12 Março 2006Duração
Tony Soprano (James Gandolfini) sofre com a pressão e responsabilidade com que precisa lidar de todos os lados: Vito Spatafore (Joseph R. Gannascoli), um de seus homens mais lucrativos, foge ao ter seu maior segredo revelado; tio Junior (Dominic Chianese), agora senil e confuso, parece representar uma ameaça aqueles a sua volta; e Phil Leotardo (Frank Vincent), cuja paciência com a máfia de Nova Jersey se esgota cada vez mais, mostra-se uma crescente ameaça.
• 21 episódios.
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"HBO" (terminada em 19/05/2026). Essa temporada de encerramento da série foi ótima, de uma ótima série! Me sinto órfão de um das melhores séries de todos os tempos! Assim, Tony (Gandolfini, cara... é inexplicável o quanto esse cara incorporou o personagem! O DONO da série e carrega ela fácil nas costas! Nos faz sentir medo, raiva e empatia a um ser que beira um monstro, mesmo sendo bonachão...), tem de acumular seus inúmeros problemas que ele mesmo causa, aos atos de seu Tio Jr. (Chianese), cada vez mais instável mentalmente, as inquietudes de Carmela (Falco, bem...), às crises juvenis de AJ (Iler, bem), às perdas e cabeçadas, além de suas eternas desconfianças de seus "icônicos" parceiros (Gannascoli, Imperioli, Schirripa, Sirico, e Zandt, sendo que os dois últimos, de tão canastrões, não assustariam nem ao Scooby Doo & Salsicha, mas que compuseram bem demais seus papéis...) e a constante sombra de uma guerra, seja dos delírios do encarcerado e moribundo Johnny Sacrimoni (Curatola) ou de seu lacaio mais fiel, o vingativo e explosivo Phil Leotardo (Vincent). E nessa eterna tensão, a explosão de Tony se torna mais no limiar de cada episódio da temporada! Com Bracco, Turturro, Nascarella, Kingsley, Buono, McDonald, Milioti, Grimaldi, Baldwin, Mastrogiorgio, Borella, de Matteo, Elizabeth Bracco, Wickersham, Valli, Patten, Holbrook, Sigler, Adler, Bianco, Ciarcia, Costelloe, Siravo, Margulies, Ventimiglia, Narducci, Leung, Bacall, Venito, Jamar, Martini Jr, Servitto, Casella, Kelly, Bogdanovich, Abruzzo, Shahi, Angela, Shepherd, Pollack, Daly, Maureen Van Zandt, Robert Funaro, Carl Capotorto, Tom Aldredge, Angelo Massagli, Denise Borino-Quinn, Steve Buscemi, Paul Schulze, Toni Kalem, Karen Young, Marianne Leone, David Margulies, Alla Kliouka, Artie Pasquale, Taleb Adlah, Donnie Keshawarz, Donnie Keshawarz, Patty McCormack, Frank Borrelli, Michael Drayer, Louis Mustillo, Caitlin Van Zandt, Armen Garom, Daniel Sauli, Suzanne DiDonna, Tony Cucci, Lindsay Campbell, Nancy Sinatra, Gregory Antonacci, James O'Toole, Lanette Ware e William Janowitz e Melanie Minichino, a série caminha pra um final surreal! Não há como ficar no muro sobre o último episódio! E Tony se vê, desde o início desta temporada, tendo de se equilibrar entre seu caráter cada vez mais maleável, seus vícios, seus deveres e medos como o "Don" de uma casta de mafiosos, sedentos por mais grana. Tony se mostra como uma espécie de sociopata com cada vez mais desequilíbrio e com camadas tênues de calmaria. Show de qualidade já reconhecida da HBO e de uma série que vai sempre estar no panteão das melhores! Ótima temporada e série! E eu que lute com minha saudade... ☹️☹️☹️🤓🤓🤓📽️📽️📽️
Que última cena foi essa ? nunca mais esquecerei.... genial.
Como eu fico feliz em ter insistido nessa série. Havia tentado assistir ela umas três vezes e nunca havia me cativado, talvez pela premissa mais antiga e episódica dela. Mas que bom que eu insisti, simplesmente uma das melhores histórias que eu tive o prazer de acompanhar, um marco na cultura do audiovisual, tendo pra mim os personagens mais bem escritos que eu já vi em um seriado. Não atoa ela "rivaliza" com Breaking Bad, mas embora tenham semelhanças, são bem diferentes em vários aspectos. Tony é um personagem de uma complexidade inexplicável, seria impossível colocar em um texto aqui as nuances dele. Tem tantos personagens bons, Chris, Tio Paulie, Tio Jun, Carmela..poderia listar quase todos aqui, cada um com seu desenvolvimento particular dentro do seriado. Apesar de ter demorado tanto pra assistir terminei em dois meses, não me contive. Recomendo muito!
É amiguinho, se você achava que teria alguma redenção por parte do Tony, achou errado. A cada temporada que passa, ele só mostra a crueldade de ser e de estar no poder. No final de tudo, não existe respeito, apenas medo.
Quando se revê tudo desde o início, fica muito claro que não poderia ser diferente. Todos os dias são dias comuns de pessoas incomuns, que podem ser cheios de reviravoltas ou monótonos, e a última temporada mostra isso em vários momentos. Os personagens aqui chegam ao ápice do seu crescimento de forma paradoxal: no fim das contas, todo mundo está no mesmo lugar de sempre, agindo da mesma forma cruel, irresponsável ou imatura, para não se forçarem a olhar para o meio em que estão e perderem os privilégios da vida à margem da lei. Outros personagens, por mais que tentem fugir do destino, são formados a segui-lo, virando um reflexo dos seus familiares ou do seu passado. Quem melhor ilustra isso, obviamente, é Tony, que aqui se revela não mais cruel do que nunca, mas tão cruel quanto sempre foi, mas que era algo que os espectadores não queriam acreditar por esperar que ele tivesse uma melhora. E o plot da terapia também se encerra da única forma possível. The Sopranos resume em seu último episódio o que disse com todas as letras, de formas explícitas e implícitas: é uma produção - e uma família - "Made in America", repleta de figuras que preferem jogar fora sua tradição, seus princípios e sua individualidade para continuar num ciclo de ganhos inescrupulosos. Tudo genial, e agora muito mais do que sempre foi.