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Acerta por ser um grande exercício técnico e estilístico ao ser filmado totalmente em primeira pessoa e usar de efeitos para representar momentos alucinógenos. É interessante a história se guiar pela ideia espiritual do Livro dos Mortos tibetano, fazendo um paralelo entre o pós-vida e o efeito das drogas para ilustrar a vida trágica e problemática levada pelo protagonista e aqueles ao seu redor, mas a duração de quase três horas torna a experiência bastante cansativa, a ponto da excelência técnica se tornar desinteressante, além de que a trama, que funciona muito bem na primeira hora, parece não saber muito mais o que dizer na parte final a não ser se sustentar por alguns momentos explícitos. Mas como seria um filme de Gaspar Noé se não apelasse a isso?
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Obg por me aceitar
Punk Rock Jesus 0/
Entendo, eu também não curto ficar nessas subculturas só acho interessante apenas e eu também não sou tão dark assim.
Tem um ritmo bem diferente da primeira temporada, com uma dinâmica da correria do dia a dia muito mais perceptível, e traz vários personagens novos. As tramas da temporada aprofundam bem todos os personagens, com algumas situações muito sensíveis, e tudo é sempre muito bem desenvolvido. Noah Wyle e The Pitt vêm forte para a próxima temporada de premiações.