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Uma biografia chapa branca, que não acompanha no enredo a grandiosidade que foi o seu personagem título. Busca ser um grande tributo, mas acaba sendo um tanto desrespeitoso à memória de Michael Jackson quando deixa tanto de sua história de infância fora das telas para não manchar a já não tão limpa reputação da sua família, não à toa todas as polêmicas de produção. Por outro lado, Jaafar Jackson faz uma estreia memorável, com uma execução brilhante das cenas musicais e personificando com exatidão a personalidade de seu tio. O elenco como um todo manda bem demais, principalmente o também iniciante Juliano Valdi, que dá um show como Michal criança. A produção também está certeira, principalmente nos figurinos e nas maquiagens, entregando um filme vistoso e que resgata grandes momentos do início da carreira de Michael Jackson, especialmente com os clipes cinematográficos. Porém, o tempo de tela do Michael pessoa, e não o artista, é risível, tendo muitas vezes mais foco no pai do que nele. Além disso, o final com a cena musical de Bad ficou desconectado do todo, poderia ter sido deixado para a continuação. Empolga, diverte, e não tem como não conseguir isso tendo as músicas e as danças do maior artista solo de todos os tempos, e faz jus à sua grandiosidade - porém, não honra nem um pouco sua complexidade e sua vida.
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Obg por me aceitar
Punk Rock Jesus 0/
Entendo, eu também não curto ficar nessas subculturas só acho interessante apenas e eu também não sou tão dark assim.
Mais uma peça do quebra-cabeça que era o Michael. Um episódio tão diferente que nem se integra à série, mas que traz alguns momentos fortes e que explicam várias dinâmicas entre os personagens. Jon Bernthal e Ebon Moss-Bachrach não falham em momento algum.