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O funk carioca é o grande protagonista deste documentário. Inspirado no funk eletrônico americano da década de 80, tornou-se um ritmo completamente brasileiro da nova geração. Assim como a história do estilo, os polêmicos bailes funks - saídos das classes mais pobres do Rio de Janeiro - também são abordados.
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galera, aonde vocês viram? tem duas versões no youtube, qual é a melhor?
tudo 2 até o fim, mas Colibri é mitico
Frank é influencia pra qualquer carioca que se preze
rip mr catra
o doc é foda, não tão profundo quanto poderia ser, mas foda
Documentário visualmente interessante e que conta boas histórias do mundo do funk em uma época em que o ritmo era bem mais autêntico (nada contra Anitta, Lexa, Ludmilla, Dennis Dj, Guimê e outros, mas o funk hoje em dia está muito "higienizado" e pop). Temos figuras que causavam arrepios nos playboys e patricinhas como Deise Tigrona, Gaiola das Popozudas e Colibri, com suas letras explícitas sobre sexo e criminalidade. Aliás, vendo hoje em dia me arrependo de, em meus tempos de "rockista", ter rejeitado tão fortemente esse ritmo com base em uma pretensa superioridade intelectual. Mas enfim...
O filme é curto e toca em diversos aspectos que compunham o mosaico explosivo e ousado do funk carioca. Algumas discussões não são aprofundadas e a sexualização do corpo da mulher pelas câmeras é evidente e desnecessária, mas vale bastante como retrato de um momento peculiar e importante da cultura urbana carioca.
ONDE TEM DEIZE TIGRONA, TEM REPRESENTATIVIDADE! ''TOCA DIPLO, TOCA.''
Ideia boa, mas mal executada. O filme tem vários elementos interessantes, mas não se aprofunda em nenhum. Por exemplo, ele toca na história e desenvolvimento do funk carioca, fala um pouco das mulheres, mas é tudo muito raso. Daí ele se concentra mais em mostrar as músicas e as mulheres nas danças hipersexualizadas, reforçando o estereótipo de que funk é música de "pu**ria". O funk exagera nesse quesito? Sim, mas o funk não é só isso. Sempre se fez funk hipersexualizado e funk de crítica social, mas esse segundo praticamente não aparece no documentário. Dar voz a quem está às margens da sociedade é sempre uma boa ideia e gostem as pessoas ou não de funk, ele está aí, é realidade e é parte da cultura brasileira (sim, porque "cultura" não é sinônimo de "erudição", existe cultura erudita, de massa, popular etc.), daí parte do mérito do doc, mas que ele poderia ter sido bem melhor, poderia.