Em uma movimentada estação de trem, Sonja tenta desesperadamente conseguir ajuda para cuidar de um bebê que ela alega ter encontrado abandonado. Mas será que existe outra mãe... ou será o bebê de Sonja?
Assisti só por causa da Garance Marillier e valeu bastante pela presença dela. Curta dirigido e escrito por Agnes Skonare.
É interessante a ambiguidade da história: não sabemos se ela está dizendo a verdade ou se o bebê é realmente filho dela e ela só quer se livrar dele. O desfecho é bem criativo.
O que incomodou bastante, foi a forma como foi dirigido. Parece que usaram um celular, e isso tira totalmente a imersão. Ainda assim, é um curta razoável da Suécia.
Assisti só por causa da Garance Marillier e valeu bastante pela presença dela. Curta dirigido e escrito por Agnes Skonare.
É interessante a ambiguidade da história: não sabemos se ela está dizendo a verdade ou se o bebê é realmente filho dela e ela só quer se livrar dele. O desfecho é bem criativo.
O que incomodou bastante, foi a forma como foi dirigido. Parece que usaram um celular, e isso tira totalmente a imersão. Ainda assim, é um curta razoável da Suécia.