A Noroeste da fronteira com o Paquistão, Sher Alam espera que seu único filho siga seus passos e aprenda, como seu pai também o fez, a manejar armas. Mas Niaz Afridi, de onze anos, não quer ser como seu pai e quer ir para a escola.
pelo que pude averiguar, o diretor era documentarista antes de se aventurar por esta obra (para-)ficcional. Isso explica muito do ritmo improvisado do filme, mas, algo entre o plano político e moral não funcionou direito: a visão do diretor é claramente exógena, artificial... O final é bem-intencionado, o argumento enredístico possui seus méritos, mas, no plano da realização, infelizmente, o filme não funciona: o uso da câmera digital foi equivocado e precipitado e o ritmo é deveras cansativo. Mas possui um ou dois bons momentos - como sempre, estes são os que compensam! (WPC>)
pelo que pude averiguar, o diretor era documentarista antes de se aventurar por esta obra (para-)ficcional. Isso explica muito do ritmo improvisado do filme, mas, algo entre o plano político e moral não funcionou direito: a visão do diretor é claramente exógena, artificial... O final é bem-intencionado, o argumento enredístico possui seus méritos, mas, no plano da realização, infelizmente, o filme não funciona: o uso da câmera digital foi equivocado e precipitado e o ritmo é deveras cansativo. Mas possui um ou dois bons momentos - como sempre, estes são os que compensam! (WPC>)