Chris Cunningham é um diretor que costuma usar elementos do sombrio, de aspectos estranhos e bizarros em suas obras, seus trabalhos mais conhecidos estão na área dos videoclipes, grande parte dos artistas que tiveram seus videoclipes dirigidos por ele são do circuito underground e apresentam certa semelhança de suas características musicais com a forma de trabalho de Chris, músicas com sonoridade mórbida, estranha e sombria (Aphex Twin, Portishead, Leftfield...), mas ele acabou ganhando reconhecimento maior ao trabalhar com duas artistas de renome internacional, Björk com o brilhante clipe All Is Full Of Love, com uma direção de arte e efeitos especiais pimorosos, visivelmente inspirado nas obras futurístas de Staley Kubrick (Chris chegou a trabalhar na área de efeitos especiais do filme AI de Kubrick, filme mais tarde refilmado por Steven Spielberg) e no clipe Frozen da Madonna, esse com ar bem sombrio e obscuro.
Chris Cunningham ainda não chegou a dirigir nenhum longa- metragem, o que é uma pena, pois seus curtas, videoclipes e comerciais de tv, apesar de poucos, são excelêntes, sua direção é muito boa e é notório o seu cuidado minuscioso em cada obra. Se em um trabalho de poucos minutos ele já consegue nos impressionar com tanto talento, imagina o que ele não faria em uma obra cinematográfica!
Incrível.
Chris Cunningham é um diretor que costuma usar elementos do sombrio, de aspectos estranhos e bizarros em suas obras, seus trabalhos mais conhecidos estão na área dos videoclipes, grande parte dos artistas que tiveram seus videoclipes dirigidos por ele são do circuito underground e apresentam certa semelhança de suas características musicais com a forma de trabalho de Chris, músicas com sonoridade mórbida, estranha e sombria (Aphex Twin, Portishead, Leftfield...), mas ele acabou ganhando reconhecimento maior ao trabalhar com duas artistas de renome internacional, Björk com o brilhante clipe All Is Full Of Love, com uma direção de arte e efeitos especiais pimorosos, visivelmente inspirado nas obras futurístas de Staley Kubrick (Chris chegou a trabalhar na área de efeitos especiais do filme AI de Kubrick, filme mais tarde refilmado por Steven Spielberg) e no clipe Frozen da Madonna, esse com ar bem sombrio e obscuro.
Chris Cunningham ainda não chegou a dirigir nenhum longa- metragem, o que é uma pena, pois seus curtas, videoclipes e comerciais de tv, apesar de poucos, são excelêntes, sua direção é muito boa e é notório o seu cuidado minuscioso em cada obra. Se em um trabalho de poucos minutos ele já consegue nos impressionar com tanto talento, imagina o que ele não faria em uma obra cinematográfica!