Na era das calças de cintura baixa e dos celulares flip, uma adolescente iraniana, tentando se encaixar em seu novo grupo canadense, pinta o cabelo de loiro — e acaba atraindo uma força monstruosa para sua vida.
O filme conta a história da Yasamin, uma adolescente iraniana recém-chegada ao Canadá. É o clichê de deslocamento social no Ensino Médio, mas que vai aprofundando aos poucos.
A gente inicia o filme acompanhando a Yasamin tentando se adaptar à nova realidade, fazer novas amizades e ultrapassar a barreira do idioma (é engraçadinho no começo ela reproduzindo as conversas de um programa de TV a la Friends que ela assiste). Logo de cara, a gente já entende a dinâmica familiar, e já percebe como essa tentativa de adaptação começa, aos poucos, afastando ela da própria cultura e da família.
Conforme o filme vai desenvolvendo, a gente vê que quanto mais ela tenta se encaixar, mais afastada ela fica de quem ela é/era, e isso gera uma sensação meio constante de não pertencimento. É um filme meio lento, bem sutil, e levemente incômodo.
FANTASPOA 2026
O filme conta a história da Yasamin, uma adolescente iraniana recém-chegada ao Canadá. É o clichê de deslocamento social no Ensino Médio, mas que vai aprofundando aos poucos.
A gente inicia o filme acompanhando a Yasamin tentando se adaptar à nova realidade, fazer novas amizades e ultrapassar a barreira do idioma (é engraçadinho no começo ela reproduzindo as conversas de um programa de TV a la Friends que ela assiste). Logo de cara, a gente já entende a dinâmica familiar, e já percebe como essa tentativa de adaptação começa, aos poucos, afastando ela da própria cultura e da família.
Conforme o filme vai desenvolvendo, a gente vê que quanto mais ela tenta se encaixar, mais afastada ela fica de quem ela é/era, e isso gera uma sensação meio constante de não pertencimento. É um filme meio lento, bem sutil, e levemente incômodo.
No fim, dá aquela impressão
de que nada se resolveu, e que na real, nem existe uma resolução.