O escritor judeu Franco Fortini lê trechos de seu livro de memórias "Os Cães do Sinai", enquanto as imagem focalizam paisagens italianas, que servem de comentário sobre o texto.
Tudo bem: sou fã dos diretores, faço o possível para ler e me manter informado sob as mais diversas configurações políticas (em especial, as de cunho socialista) do mundo, mas... É difícil manter-se incólume às provocações rítmicas deste filme austero e muito, muito, muito difícil! os diretores parecem dificultar de propósito o acesso a informações básicas de reconhecimento tramático e, definitivamente, não gostei do recurso de filmar o depoente lendo o tempo inteiro, de cabeça baixa, enquanto a câmera vai e vem horizontalmente pela paisagem que somente depois fui saber que era italiana... Se um dia eu ver de novo, agora sabendo quem é o Franco Fortini, talvez eu venha a gostar um pouco mais dele, mas que exige muita paciência e abnegação intelectual, ah, exige! (WPC>)
Tudo bem: sou fã dos diretores, faço o possível para ler e me manter informado sob as mais diversas configurações políticas (em especial, as de cunho socialista) do mundo, mas... É difícil manter-se incólume às provocações rítmicas deste filme austero e muito, muito, muito difícil! os diretores parecem dificultar de propósito o acesso a informações básicas de reconhecimento tramático e, definitivamente, não gostei do recurso de filmar o depoente lendo o tempo inteiro, de cabeça baixa, enquanto a câmera vai e vem horizontalmente pela paisagem que somente depois fui saber que era italiana... Se um dia eu ver de novo, agora sabendo quem é o Franco Fortini, talvez eu venha a gostar um pouco mais dele, mas que exige muita paciência e abnegação intelectual, ah, exige! (WPC>)