Com uma fotografia e uma handycam, Lucca viaja de São Paulo até Foz do Iguaçu à procura do pai desconhecido. Na tríplice fronteira, conhece Diego, um paraguaio que o introduz aos segredos locais.
Grata e arrebatadora surpresa. Muito boa a relação enigmática e, ao mesmo tempo, magnética que é imediatamente estabelecida entre Lucca e Diego. Gosto muito de quando o primeiro visita a residência do segundo e observa as fotografias espalhadas pela casa. Magistral a explicação sobre a utilização da câmera e os devaneios sobre ausência, a partir dos mistérios (ou previsibilidades) associadas ao desparecimento de um pai. Termina de maneira catártica e vivaz. Adorei: contemporâneo no sentido mais estrito do tempo, uau! (WPC>)
Grata e arrebatadora surpresa. Muito boa a relação enigmática e, ao mesmo tempo, magnética que é imediatamente estabelecida entre Lucca e Diego. Gosto muito de quando o primeiro visita a residência do segundo e observa as fotografias espalhadas pela casa. Magistral a explicação sobre a utilização da câmera e os devaneios sobre ausência, a partir dos mistérios (ou previsibilidades) associadas ao desparecimento de um pai. Termina de maneira catártica e vivaz. Adorei: contemporâneo no sentido mais estrito do tempo, uau! (WPC>)