Uma mistura de GISELLE com A DAMA DO LOTAÇÃO (risos). Tive acesso a este filme graças a um cineclube, numa cópia apresentada por John Waters, que elogia bastante a perfomance exagerada da protagonista, "que só precisava de um vibrador". Identifiquei-me prontamente com a personagem, obviamente, e, como tal, torci para que a situação de incompreensão de ritmos sexuais por ela experimentada fosse resolvida, mas, infelizmente, a conjuntura roteirística é sobremaneira machista. Pouco a pouco, a personagem é lembrada menos pela lubricidade que pelas lamúrias culpadas. O terço final é quase insuportável de ser visto, em razão do abandono de tom lascivo, em prol da verve julgamental. Senti alguma piedade pela governanta apaixonada, ainda que desaprovasse o seu excesso de ciúme. Sexualidade é algo conturbado de ligar, quando poderia (ou deveria) ser o contrário: um grande provedor de prazer expandido. Achei muito ousado para a época em que foi realizado (risos): os seios da atriz são enormes! - WPC>
Uma pérola perdida. Nada nesse filme é minimamente bem realizado. Péssimo roteiro, uma atriz principal incapaz de emitir alguma emoção humana, direção inexistente, trilha sonora baseado em uma só canção mal tocada. E final melodramático. Porém embora Isabel Sarli seja incapaz de emitir qualquer talento cênico, ela brilha nesse filme e é por ela que você deve assistir. Só por ela. Uma das piores atrizes que algum dia você terá o prazer de ver "interpretando" um papel.
Tentei usar o olhar mais crítico e abrangente possível ao assistir "Fuego", uma vez que John Waters indicou-o. Realmente não consegui encontrar uma proposta ou trama decente, o filme se caracteriza mais como "pornô" do que qualquer outra coisa.
Uma mistura de GISELLE com A DAMA DO LOTAÇÃO (risos). Tive acesso a este filme graças a um cineclube, numa cópia apresentada por John Waters, que elogia bastante a perfomance exagerada da protagonista, "que só precisava de um vibrador". Identifiquei-me prontamente com a personagem, obviamente, e, como tal, torci para que a situação de incompreensão de ritmos sexuais por ela experimentada fosse resolvida, mas, infelizmente, a conjuntura roteirística é sobremaneira machista. Pouco a pouco, a personagem é lembrada menos pela lubricidade que pelas lamúrias culpadas. O terço final é quase insuportável de ser visto, em razão do abandono de tom lascivo, em prol da verve julgamental. Senti alguma piedade pela governanta apaixonada, ainda que desaprovasse o seu excesso de ciúme. Sexualidade é algo conturbado de ligar, quando poderia (ou deveria) ser o contrário: um grande provedor de prazer expandido. Achei muito ousado para a época em que foi realizado (risos): os seios da atriz são enormes! - WPC>
Uma pérola perdida. Nada nesse filme é minimamente bem realizado. Péssimo roteiro, uma atriz principal incapaz de emitir alguma emoção humana, direção inexistente, trilha sonora baseado em uma só canção mal tocada. E final
melodramático.
Porém embora Isabel Sarli seja incapaz de emitir qualquer talento cênico, ela brilha nesse filme e é por ela que você deve assistir. Só por ela.
Uma das piores atrizes que algum dia você terá o prazer de ver "interpretando" um papel.
Tentei usar o olhar mais crítico e abrangente possível ao assistir "Fuego", uma vez que John Waters indicou-o. Realmente não consegui encontrar uma proposta ou trama decente, o filme se caracteriza mais como "pornô" do que qualquer outra coisa.