Tommy é um mensageiro que viaja até San Diego, na Califórnia, para levar aos chefes mafiosos a prova de que seus rivais estão fora de circulação. Mas uma troca de malas no aeroporto pode atrapalhar tudo...
8 Heads in a Duffel Bag de 1997, no Brasil, Fugindo da Máfia, esperava um pouco mais, não me agradam filmes em que tudo dá errado e as situações são tão forçadas e exageradas que passam do aceitável, o que acaba tirando o peso das consequências e deixa tudo meio artificial. Ainda assim, o
final dá uma melhorada, e o plano do protagonista, apesar de também ser forçado, funciona, e no fim tudo dá certo, o que pelo menos dá uma sensação de fechamento, mesmo que não seja dos mais convincentes.
Destaque, claro, para Joe Pesci como Tommy, diferenciado demais, aqui longe de ser o mafioso fodão que estamos acostumados a ver, mas ainda assim com seu grau de periculosidade e presença em cena, mesmo aquém das suas melhores atuações, ainda assim ele é o grande destaque do filme, e sua presença dá uma elevada na história, segurando boa parte do entretenimento. Serve como passatempo, mas é mediano, sem nada que realmente se destaque além dele.
Ainda mais porque o filme entra em assuntos que não são terminados, como o
relacionamento de Charlie (Andy Comeau) e Laurie (Kristy Swanson), que fica meio largado, além da prisão de Dick (George Hamilton), que depois aparece em uma cena solto, com a cabeça raspada, mas não mostra ele sendo liberado da cadeia, nem uma interação com Charlie (Andy Comeau), o que passa uma sensação de roteiro incompleto ou mal resolvido em alguns pontos.
Eu tinha visto uma única vez há cerca de 15 anos na Record e peguei o filme passando. Na época eu ri e não guardei o nome do filme. Agora consegui rever e me lembrei porque eu ri tanto na parte que vi.
O filme é relativamente curto com mais ou menos uma hora e meia de duração. A primeira metade é bem arrastada. Poderia ter explorado melhor o co-protagonista Charlie. Como ele aparece muito na primeira parte do filme, em especial com seu sogro Dick, isso torna o início do filme quase entediante. Sina azarada do ator Andy Comeau, que tem em seu currículo só filmes de razoáveis a ruins.
Ele melhora a partir da metade para o final, quando os principais personagens acabam se encontrando. O Joe Pesci como assassino de aluguel Tommy sustenta bem todas as cenas e como ele aparece mais nessa parte o filme melhora junto. As personagens Annette e Fern, mãe e avó da namorada de Charlie, Laurie, se destacam proporcionando boas gargalhadas.
É uma pedida para quem gosta de comédia, em particular de humor negro, naqueles dias em que você só quer ver um filme despretencioso para rir. Se o início fosse tão com quanto o final seria um filme marcante desse gênero dos anos 90.
8 Heads in a Duffel Bag de 1997, no Brasil, Fugindo da Máfia, esperava um pouco mais, não me agradam filmes em que tudo dá errado e as situações são tão forçadas e exageradas que passam do aceitável, o que acaba tirando o peso das consequências e deixa tudo meio artificial. Ainda assim, o
final dá uma melhorada, e o plano do protagonista, apesar de também ser forçado, funciona, e no fim tudo dá certo, o que pelo menos dá uma sensação de fechamento, mesmo que não seja dos mais convincentes.
Destaque, claro, para Joe Pesci como Tommy, diferenciado demais, aqui longe de ser o mafioso fodão que estamos acostumados a ver, mas ainda assim com seu grau de periculosidade e presença em cena, mesmo aquém das suas melhores atuações, ainda assim ele é o grande destaque do filme, e sua presença dá uma elevada na história, segurando boa parte do entretenimento. Serve como passatempo, mas é mediano, sem nada que realmente se destaque além dele.
Ainda mais porque o filme entra em assuntos que não são terminados, como o
relacionamento de Charlie (Andy Comeau) e Laurie (Kristy Swanson), que fica meio largado, além da prisão de Dick (George Hamilton), que depois aparece em uma cena solto, com a cabeça raspada, mas não mostra ele sendo liberado da cadeia, nem uma interação com Charlie (Andy Comeau), o que passa uma sensação de roteiro incompleto ou mal resolvido em alguns pontos.
Assistido em 01/05/2026
Ótima comédia, engraçada demais !!
Divertido ( e difícil de achar) vi na Record uma única vez e não encontrei mas.
Eu tinha visto uma única vez há cerca de 15 anos na Record e peguei o filme passando. Na época eu ri e não guardei o nome do filme. Agora consegui rever e me lembrei porque eu ri tanto na parte que vi.
O filme é relativamente curto com mais ou menos uma hora e meia de duração. A primeira metade é bem arrastada. Poderia ter explorado melhor o co-protagonista Charlie. Como ele aparece muito na primeira parte do filme, em especial com seu sogro Dick, isso torna o início do filme quase entediante. Sina azarada do ator Andy Comeau, que tem em seu currículo só filmes de razoáveis a ruins.
Ele melhora a partir da metade para o final, quando os principais personagens acabam se encontrando. O Joe Pesci como assassino de aluguel Tommy sustenta bem todas as cenas e como ele aparece mais nessa parte o filme melhora junto. As personagens Annette e Fern, mãe e avó da namorada de Charlie, Laurie, se destacam proporcionando boas gargalhadas.
É uma pedida para quem gosta de comédia, em particular de humor negro, naqueles dias em que você só quer ver um filme despretencioso para rir. Se o início fosse tão com quanto o final seria um filme marcante desse gênero dos anos 90.
hahaah lembrei desse revendo minhas anotações sobre filmes...divertido!