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Data de lançamento
24 Julho 2009Duração
Mistura de animação CGI e live-action que marca a estréia de Hoyt Yeatman, ganhador do Oscar de efeitos especiais por "O Segredo do Abismo", como diretor. A história fala de um grupo de animais ultrainteligentes que trabalha para uma agência secreta do governo. A missão deles é tentar prevenir que um bilionário inescrupuloso domine o mundo.
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16.08.2009
Amo que tem Just Dance da Gaga na trilha sonora
Extremamente fraco e entendiante, não via a hora de acabar. Deixa muito a desejar.
Quem disse que para ser um herói tem que ser grande, forte e amado por todos? “Força G” traz um grupo de pequenas criaturas que, apesar da pouca estatura física, possuem coragem de gente grande. Esta é a primeira aventura em 3-D do produtor Jerry Bruckheimer que, ao final de seus 88 minutos, deixa muito a desejar.
O FBI mais uma vez tem que se curvar ao talento de outros que não pertencem ao seu grupo. Dessa vez, são criaturas minúsculas formadas por três porquinhos-da-índia, uma mosca e uma toupeira que vão dar uma lição de moral aos americanos e mostrar que a verdadeira grandeza é a interna. Essas criaturinhas fazem parte de um treinamento do cientista Ben, depois do qual eles conseguiram desenvolver super habilidades como a comunicação com os humanos que permitiram aos heróis trabalhar em equipe. Assim, a história tenta seguir da forma mais empolgante possível com o auxílio de bons efeitos especiais e cenas de tirar o fôlego. O problema é que o roteiro vem repleto de falhas e clichês e isso faz com que o filme não consiga a eficiência almejada.
Uma das falhas mais graves do roteiro é a sua falta de profundidade. Isso prejudica o foco da história, criando alternativas que deixam a obra confusa e forçada. Quando surgem os belos efeitos especiais, eles facilmente superam a mesma. A personalidade de um dos integrantes do grupo, o Topeira, aparece bem confusa na história, já que em um primeiro momento ele é amigo e integrante da “Força G”, em outro ele é rancoroso e vingativo.
A direção de Hoyt Yeatman é razoável, uma vez que ele não consegue impor um ritmo constante na aventura que em sua primeira metade até desenrola bem, mas daí em diante é uma sequência desenfreada e um tanto exagerada de cenas de ação. Isso a principio pode até ser um importante atrativo na obra, mas se torna cansativo devido ao seu uso exacerbado ao ponto de desejarmos que aquilo logo chegue ao seu final, o que não acontece.
A tecnologia da vez, o 3-D, ao mesmo tempo que tem dado um gás novo às novas obras do tipo, tem contribuído também para o seu fraco desempenho nos outros aparatos principalmente no roteiro. A prioridade dada aos recursos dessa tecnologia transforma, na maioria das vezes, a história em um mero detalhe facilmente esquecido em seguida. A cena de perseguição entre FBI e a minúscula Força G é sensacional. Além do jogo de adrenalina, o uso dos recursos da nova tecnologia realmente acrescenta efeitos que impressionam a todos. Uma pena darem tanta atenção ao novo recurso e esquecerem os mais básicos.
Zach Galifianakis é o cientista Ben e Marcie (Kelli Garner) é sua assistente. Ambos possuem um desempenho totalmente ofuscado pelo carisma das criaturinhas que eles mesmo treinaram. Assim como o cientista e sua assistente, todos os demais não possuem uma participação marcante na obra. O inglês Bill Nighy vive o vilão estereotipado que nada mais deseja a não ser a dominação mundial. Os agentes do FBI mais parecem grandes bobos que não sabem nem qual é o verdadeiro inimigo que devem combater, já que passam boa parte da história combatendo a minúscula equipe que está mais preocupada em salvar o mundo e, assim, mostrar o seu trabalho.
A trilha sonora composta por batidas modernas como a da famosa banda de hip-hop americana “Black Eyed Peas” que emplaca dois hits na obra, entre eles o já sucesso “Boom Boom Pow”, mostra uma tentativa de conquistar ainda mais o seu público alvo. Além da música, a própria personalidade das criaturinhas mostra essa intenção, uma vez que eles tratam de temas bem atuais como os segredos da conquista e o uso de tecnologias bem conhecidas da garotada. A explicação que a porquinha Juarez dá ao seu companheiro de equipe sobre como as mulheres se expressam quando estão interessadas em alguém é, no mínimo, bem realista.
A obviedade da obra é um fator que não pode deixar de ser mencionado. Nada aqui é novo. São os heróis diferentes do padrão estabelecido, é o vilão eu quer dominar o mundo, é uma enorme sequência de efeitos especiais e até o 3-D, que não é uma grande novidade, visto que outros filmes já mostraram de forma ainda mais impressionante o alcance desse novo recurso.
“Força G” agrada apenas pelo carísma de seus integrantes e por seu ótimo desempenho visual repleto de efeitos bem conhecidos do diretor que já ganhou até Oscar nesta categoria. No mais, o filme abusa do padrão bem conhecido das obras do gênero e tem um resultado bem mediano.
Pra mim um filme infantil é bom quando consegue entreter uma criança de seis anos por 90 minutos na tela da Tv , mesmo com muitas piadas de mau gosto e escatológicas. Essa foi a minha visão ao ver meu filho vidrado na história. Esse filme não perde tempo com núcleos humanos, que é o erro geralmente desses filmes com animais, e esse consegue só focar nos porquinhos da índia com muita ação. Praticamente uma mistura de filme de espião com transformes com um plot muito bem feito no final.
Vi quando criança e revendo foi uma decepção!
Muito idiota e sem envolvimento mesmo sendo infantil.