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"Galo de Briga" tornou-se polêmico nos anos de 1970 ao apresentar violentas cenas de brigas de galos reais, sendo com isso banido de vários países e proibido de ser exibido. Mas o que marca o filme é o encontro de Monte Hellman (de "A Vingança de um Pistoleiro"), herdeiro do estilo do diretor Sam Peckinpah (diretor de "Meu Ódio Será Sua Herançá") e Warren Oates, estrela do famoso faroeste de Peckinpah. Oates interpreta Frank Mansfield, um instrutor de briga de galos que se recusa a falar até que conquiste um importante campeonato. Para isso, ele não alivia em seus métodos e nem em seu estilo de vida, o que o leva a arrumar confusões e a se meter em enrascadas tanto com seus amigos quanto com mulheres.
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Exemplar de cinema que jamais na história da humanidade será refilmado, inspirado ou mesmo sequer sua temática será abordada a não ser que o mundo acabe e comece novamente do zero. As rinhas , apesar de seu teor violento são o ápice de um filme que em geral achei um tanto chocho mas gostoso de acompanhar por se tratar de um tema um tanto espinhoso.
O galo degolado em oferta de amor. Filme incrível demais.
Filme completamente vazio. CHATÍSSIMO, não consegui terminar de vê-lo
Numa revisão, tenho certeza de que gostarei bem mais, dado que a direção é inequivocamente ótima, a interpretação de Warren Oates é excelente e o uso da trilha sonora é espertíssimo, sem contar que o filme é um monumento à contracultura estadunidense. Mas a trama incomoda. A violência extrema das lutas e a indiferença destrutiva capitalista dos apostadores, idem. Tinha visto DANE-SE A MORTE poucos dias antes. Forma um interessante díptico! (WPC>)
Porque quando a mulher que eu amava me deixou, eu também arranquei a cabeça de um galo morto e mandei pra ela sem uma palavra.
Warren Oates é deus.