Representação sobre o processo criativo de Stan Brakhage em sua maturidade, sendo que, impetuosamente, as composições do diretor confundem-se com o retrato de sua própria atividade experimental.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Os filmes mais recentes do Stan Brakhage pareciam desgastados na sua renitente aplicação de fórmulas "sub-oculares", mas, aqui, a contribuição com a documentarista Mary Beth Reed incrementou deveras o manifesto vitalício do direor, inserindo muito bem imagens de sua própria atividade em meio à panóplia de cores típica desta última fase brakhageana... Me fez até lembrar da fase sessentista do autor, de tão bom que é: comunica, muito mais do que mostra! (WPC>)