So-Hyun é uma garota que tem medo de ficar sozinha. Ela procura pessoas com quem brincar, mas Jung-Ho é a única pessoa a aceitá-la. Jung-Ho então a deixa. Um dia, So-Hyun encontra a transexual Jane.
não vou dar uma de pseudo intelectual e dizer que o filme é bom quando ele é muito ruim. e honestamente, o nome é Jane e eu esperava ver mais essa personagem na trama... porém, o que acontece? eles mostram mais a tola da hyun-so. decepção.
Um filme incrível, poético. Há muitos pontos a serem considerados, não é qualquer pessoa que vai entender o quão complexo e ao mesmo tempo simples esse filme é. Você termina assistindo sem ter entendido muito bem a ordem cronológica, mas se você para pra refletir entende.
O que me deixou confusa foi o fato da personagem da Lee Joo Young estar tanto na casa com Jane e os meninos, como na casa do "pai" com os mesmos meninos e eles não se conhecerem, dela não "reconhecer" a So Hyun da casa da Jane. A Jane ter morrido. A Jane aparecer no final. Tudo isso me deixou confusa, mas no final quando você termina de assistir o filme e pensa, você compreende que tudo aquilo não passou da imaginação da So Hyun de como seria um lar perfeito. Em momento algum Jane morreu, e sim a personagem da Lee Joo Young. A morte da personagem juntamente com os problemas psicológicos da So Hyun fizeram ela imaginar como tudo seria bom se fosse com a Jane.
Devo dar muito crédito a atuação da Lee Min Ji, conheci ela no k-drama I'm Not a Robot e amei de cara, sempre quis ver mais dela e ela é uma ótima atriz. Soube interpretar muito bem o papel ao ponto de você não reconhecer que era a mesma atriz do k-drama. Enfim, filme lindo. E vale a pena tirar um tempinho pra ler a matéria sobre o Justin Lim, cujo filme fez homenagem.
Faltou emoção! "Jane" tem um estilo narrativo complexo e surreal que apresenta um melodrama de problemas sociais. A história começa com So-hyeon, que começa a escrever uma carta que é apresentada sob a forma de narração, sobre o namorado desaparecido Jung-ho, que está esperando em um motel. Assim que ela perceber que ele não está voltando, ela corta seus pulsos na banheira, mas antes que ela esteja morta, Jane, um travesti, entra na sala também procurando por Jung-ho e a salva. Com uma história que se move em círculos e o surrealismo entre realidade e fantasia são sutis, mas pecam em execução, ideia boa, apresentação ruim. O filme tem forte conotação para o indie, que é implementado pelo sonhador, sutil, mas um ritmo relativamente rápido e os poucos diálogos. A atuação e elenco estão bons, Lee Min-ji-eu retratando o caráter ambíguo, mas sutil de So-hyeon. "Jane" tem suas falhas, mas é bastante bom para ser na média, aquele filme na faixa.
não vou dar uma de pseudo intelectual e dizer que o filme é bom quando ele é muito ruim. e honestamente, o nome é Jane e eu esperava ver mais essa personagem na trama... porém, o que acontece? eles mostram mais a tola da hyun-so. decepção.
Um filme incrível, poético. Há muitos pontos a serem considerados, não é qualquer pessoa que vai entender o quão complexo e ao mesmo tempo simples esse filme é. Você termina assistindo sem ter entendido muito bem a ordem cronológica, mas se você para pra refletir entende.
O que me deixou confusa foi o fato da personagem da Lee Joo Young estar tanto na casa com Jane e os meninos, como na casa do "pai" com os mesmos meninos e eles não se conhecerem, dela não "reconhecer" a So Hyun da casa da Jane. A Jane ter morrido. A Jane aparecer no final. Tudo isso me deixou confusa, mas no final quando você termina de assistir o filme e pensa, você compreende que tudo aquilo não passou da imaginação da So Hyun de como seria um lar perfeito. Em momento algum Jane morreu, e sim a personagem da Lee Joo Young. A morte da personagem juntamente com os problemas psicológicos da So Hyun fizeram ela imaginar como tudo seria bom se fosse com a Jane.
Devo dar muito crédito a atuação da Lee Min Ji, conheci ela no k-drama I'm Not a Robot e amei de cara, sempre quis ver mais dela e ela é uma ótima atriz. Soube interpretar muito bem o papel ao ponto de você não reconhecer que era a mesma atriz do k-drama. Enfim, filme lindo. E vale a pena tirar um tempinho pra ler a matéria sobre o Justin Lim, cujo filme fez homenagem.
Faltou emoção!
"Jane" tem um estilo narrativo complexo e surreal que apresenta um melodrama de problemas sociais.
A história começa com So-hyeon, que começa a escrever uma carta que é apresentada sob a forma de narração, sobre o namorado desaparecido Jung-ho, que está esperando em um motel. Assim que ela perceber que ele não está voltando, ela corta seus pulsos na banheira, mas antes que ela esteja morta, Jane, um travesti, entra na sala também procurando por Jung-ho e a salva.
Com uma história que se move em círculos e o surrealismo entre realidade e fantasia são sutis, mas pecam em execução, ideia boa, apresentação ruim.
O filme tem forte conotação para o indie, que é implementado pelo sonhador, sutil, mas um ritmo relativamente rápido e os poucos diálogos.
A atuação e elenco estão bons, Lee Min-ji-eu retratando o caráter ambíguo, mas sutil de So-hyeon. "Jane" tem suas falhas, mas é bastante bom para ser na média, aquele filme na faixa.