Outro filme que traz a liberdade a seu favor.Mas antes disso acontecer,temos situações emocionantes que envolve a família principal.Típico filme de Sessão da Tarde para se assistir sem muita pressa.
John Cusack em um dos personagens mais diferentes de sua carreira.Vive um paizão,responsável e dedicado.
>Maratona John Cusack - Assistido em 21 de Maio de 2021 -Dou nota 7/10
Os EUA adoram explorar, em filmes, situações que envolvem famílias desestruturadas por perdas ou mortes. Desde o fim da 2ª guerra, Hollywood fala de esposas que perderam o marido no front e tem que se virar para educar a família. Neste filme de 2007, a situação é a mesma, apenas inverteram os sexos. Grace do título é a esposa de Stanley (John Cusack) que morre na guerra do Iraque, logo no início do filme.
Usando de todos os artifícios melodramáticos, o diretor explora uma situação banal de uma família de classe média americana. É um road movie por excelência, daqueles que os personagens vão se redescobrindo ao longo da trajetória. Stanley e suas 2 filhas partem para uma viagem até a Florida para visitar um parque temático, sonho de consumo da caçula. Sem informar as crianças sobre a morte da mãe, o pai sofre internamente e vai satisfazendo os pequenos desejos de suas filhas. Após a visita ao parque, ele dá a notícia.
Basicamente não há um conflito em toda a história e sim um enorme sentimento de perda que envolve todos os personagens com exceção da caçulinha. Os EUA adoram transmitir a ideia que a família é o alicerce principal e que só o amor constrói, mas sabemos que esta utopia fica restrita a seus filmes, pois as famílias americanas vivem em desordem e não existe esta dedicação paterna e materna que vemos nos filmes.
No entanto Grace is Gone merece uma chance pelos 3 atores principais (John Cusack e as atrizes mirins: Shélan O'keefe e Gracie Bednarczyk. Há uma grande química entre os 3 e apesar de TODOS os clichês do gênero, existe emoção nas atitudes dos personagens. É uma produção bem modesta e que vai emocionar aos mais sensíveis.
Outro filme que traz a liberdade a seu favor.Mas antes disso acontecer,temos situações emocionantes que envolve a família principal.Típico filme de Sessão da Tarde para se assistir sem muita pressa.
John Cusack em um dos personagens mais diferentes de sua carreira.Vive um paizão,responsável e dedicado.
>Maratona John Cusack - Assistido em 21 de Maio de 2021
-Dou nota 7/10
Os EUA adoram explorar, em filmes, situações que envolvem famílias desestruturadas por perdas ou mortes. Desde o fim da 2ª guerra, Hollywood fala de esposas que perderam o marido no front e tem que se virar para educar a família. Neste filme de 2007, a situação é a mesma, apenas inverteram os sexos. Grace do título é a esposa de Stanley (John Cusack) que morre na guerra do Iraque, logo no início do filme.
Usando de todos os artifícios melodramáticos, o diretor explora uma situação banal de uma família de classe média americana. É um road movie por excelência, daqueles que os personagens vão se redescobrindo ao longo da trajetória. Stanley e suas 2 filhas partem para uma viagem até a Florida para visitar um parque temático, sonho de consumo da caçula. Sem informar as crianças sobre a morte da mãe, o pai sofre internamente e vai satisfazendo os pequenos desejos de suas filhas. Após a visita ao parque, ele dá a notícia.
Basicamente não há um conflito em toda a história e sim um enorme sentimento de perda que envolve todos os personagens com exceção da caçulinha. Os EUA adoram transmitir a ideia que a família é o alicerce principal e que só o amor constrói, mas sabemos que esta utopia fica restrita a seus filmes, pois as famílias americanas vivem em desordem e não existe esta dedicação paterna e materna que vemos nos filmes.
No entanto Grace is Gone merece uma chance pelos 3 atores principais (John Cusack e as atrizes mirins: Shélan O'keefe e Gracie Bednarczyk. Há uma grande química entre os 3 e apesar de TODOS os clichês do gênero, existe emoção nas atitudes dos personagens. É uma produção bem modesta e que vai emocionar aos mais sensíveis.
Filme tocante!
A cena final é super forte e emocionante. Mas foi feita com uma sensibilidade incrível!
A história é tocante, triste. Superar grandes perdas é algo que exige força de vontade e aceitação.
Gostei!
Um draminha bacana, do pai ter que lidar sozinho com duas filhas sem a presença da mãe delas.
"Não dá pra acreditar em tudo o que ouvimos na Tv. Às vezes temos que confiar que estamos fazendo a coisa certa; temos que acreditar"