Grey Gardens

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Grey Gardens (1975)
Grey Gardens
Média do filme: 4.2 de 5 — baseado em 1116 votos
MÉDIAFILMOW
4.2
1116 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Albert Maysles, Ellen Hovde
Duração 100 min (1h40)
Status Streaming

Duração

100 minutos
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Sinopse

Em 1973, um escândalo ocupou as manchetes dos jornais americanos. Autoridades locais tentaram expulsar mãe e filha de uma mansão decadente no balneário de luxo de East Hampton, alegando falta de condições sanitárias. Uma notícia banal, não fossem elas as ex-socialites Edith Bouvier Beale e sua filha Edie, respectivamente tia e prima de Jacqueline Kennedy Onassis. Dois anos depois, Big Edie e Little Edie, como eram conhecidas, abrem as portas para os documentaristas Albert e David Maysles. Câmera e microfone em punho, eles flagram excêntricidades de duas mulheres que vivem isoladas há mais de 20 anos e travam diálogos dignos dos melhores textos de Tenesse Williams e Euguene O'Neil.

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Marília Mendonça: Sentimento Louco | Trailer

Marília Mendonça: Sentimento Louco

Comentários 0
amigos querem ver
thiifate
Thiago Fate
½
8 meses atrás

- eu desejo do fundo do meu coração que toda a burguesia tivesse um fim miserável assim
- os documentaristas são bem respeitosos até, só mostram sem julgar
- muitos devaneios, arrependimentos e amargura

alancecatoator5
Alan Cecato
1 ano atrás

"Pode ver o quão felizes poderíamos ser?"

Grey Gardens (EUA, 1975)

Direção:Albert Maysles, David Maysles Muffie Meyer e Ellen Hovde.

Em uma casa de campo no interior de Nova York vivem Big e Little Eddie Baele, mãe e filha, que foram abandonadas da alta sociedade americana. Elas são parentes de Jackie Onassis.

O impressionante documentário completa 50 anos de seu lançamento e está disponível em cópia restaurada na Filmicca.

É um retrato íntimo sobre decadência, isolamento mas também sobre sonhos e paixões.

Duas mulheres e um mundo de histórias estão fundidos nessa velha mansão.

É um filme que não envelhece nunca. É maravilhosamente assustador.

#greygardens

lucasrigue
Lucas
½
1 ano atrás

Documentário fortíssimo, repugnante e extremamente triste, decrépito. Quanta mágoa, quanto arrependimento...

felipebosobrida
Felipe
2 anos atrás

Uma obra-prima do documentário contemporâneo, que explora a conflitante relação de mãe e filha, presas às memórias do passado. Um vínculo de amor e ódio frente às câmeras. Edith Ewing Bouvier Beale (1895-1977) e Edith Bouvier Beale (1917-2002) eram, respectivamente, tia e prima de Jacqueline Kennedy, a ex-primeira-dama dos Estados Unidos, e voltaram à mídia dois anos antes, em 1973, quando ilustraram manchetes de jornais americanos sobre suas dificuldades financeiras. Esse escândalo repercutiu quando autoridades policiais e a vigilância sanitária interditaram a mansão Grey Gardens onde lá viviam na pobreza as duas ‘Edies’ – a mãe, conhecida como Big Edie, e a filha, Little Edie. No casarão decadente à beira-mar num balneário de luxo, East Hampton, a 160 quilômetros de Nova York, moravam no meio de ratos, gatos e guaxinins, em precárias condições de higiene. Janelas quebradas, portas tomadas por mofo, paredes com enormes rachaduras e infiltração é o cenário de decadência que vemos no documentário. Por muito pouco não foram despejadas – quando o caso estourou na mídia, as duas tiveram auxílio de Jackie Kennedy por um curto período, que mandou equipes de limpeza organizarem a casa; no entanto o local voltou a ser como era, meses depois. Dois anos mais tarde, elas abriram as portas do decrépito casarão para mostrar seus dias aos documentaristas, os irmãos Albert e David Maysles. Entre lixo e memórias do passado glamouroso, elas relatam como era a vida trinta anos atrás; Big Edie era uma socialite e cantora, e a filha, era modelo e procurava trabalho em Hollywood. Por ironia do destino, entraram em profunda crise financeira, isolando-se de tudo e de todos. À frente das câmeras, recitam poemas, cantam velhas canções e brigam muito. Tudo é captado, sem interferência dos diretores – o filme foi um marco do ‘cinema direto’, aquele em que os documentaristas usam câmera móvel e o som direto, captam tudo o que acontece sem manipular a cena, sendo que a realidade aparece em estado puro, mostrando o mundo real, como ele é. Big Edie, com 80 anos, está sempre deitada na cama, doente, com fotografias no colo (ela morreria dois anos depois), e a filha, divorciada, anda eufórica de lá para cá, vestindo maiôs e roupas coladas em cores extravagantes, lembrando das histórias de suas vidas, sempre com ar melancólico e desalentado. Numa cena famosa, ela dança sorridente com uma bandeira dos Estados Unidos, agitando-a.
É um documentário emblemático, muito conhecido. Os irmãos Maysles fizeram diversos doc juntos e pelo menos dois outros entraram para a história do documentário – ‘Caixeiro-viajante’ (1969), sobre vendedores de Bíblia que batem de porta em porta, num filme que reflete a América profunda e virou símbolo do ‘cinema direto’ e do ‘filme etnográfico’, e ‘Gimme shelter’ (1970), sobre a turnê dos Rolling Stones em que se discute o fim da geração ‘paz e amor’ da Woodstock.
‘Grey Gardens’ saiu em duas versões em DVD – em 2016 pela Obras-primas do Cinema, com quase uma hora de extras, e em 2020 pelo IMS numa edição em disco duplo, contendo um segundo filme, ‘As Beales de Grey Gardens’ (2006), em que os diretores, os irmãos Maysles, trinta anos depois, fizeram um novo longa-metragem com cenas não usadas do filme de 1975 – o que se assiste é um complemento de ‘Grey Gardens’, com momentos inéditos daquela gravação, que ficaram guardados.
Em 2009 a HBO lançou ‘Grey Gardens: Do luxo à decadência’, um telefilme de drama em que as atrizes Jessica Lange e Drew Barrymore interpretam, respectivamente, Edith mãe e Edith filha. A série ficcional, que ganhou seis prêmios Emmy e dois Globos de Ouro, reproduz os principais momentos do documentário – as atrizes estão brilhantes, e traz flashbacks dos anos dourados das Beales.

POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB

eliezerluga
Eliezer
½
3 anos atrás

Ao que se propõe o documentário seu resultado é correto, seu intuito é observar e ele o faz de maneira imparcial. Mas confesso que ao invés de pena senti raiva das duas protagonistas além de um certo desinteresse pela condição delas. Alimentar guaxinins de livre espontânea vontade dentro de casa é o cúmulo do comportamento humano.

editado
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Edith Bouvier Beale

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Edith 'Little Edie' Bouvier Beale

Norman Vincent Peale 0 0

Norman Vincent Peale

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