Guilty Bystander é um achado do cinema Noir, um filme independente e gravado totalmente em NY. A NWR restaurou a única cópia existente desse filme, e por isso podemos assistir com uma boa qualidade. É legal a chance de encontrar filmes de mais difíceis acesso pra ver um pouco mais além, mesmo que não sejam filmes incríveis (nem todos são, e faz parte). Sobre o filme, achei a experiência divertida, não é muito bom em comparação com outros títulos do gênero, mas vale pontuar a fotografia em algumas cenas, principalmente trabalhando com as sombras -como na cena da escada e do metrô-. A atuação é um pouco “over-acting” com uns clichês do gênero, mas mesmo assim é possível ter empatia pelo protagonista e torcer para ele não fazer algo de errado. Por fim, um melodrama pra passar o tempo sem muita preocupação. Ver filmes sempre vale a pena.
Zachary Scott confere a Max Thursday um charme bruto que faz o espectador gostar dele e pensar “porra, bebe não, cara!” quando o personagem pega um copo de bebida.
A fotografia tem um jogo de sombras bonito (a cena de Thursday conversando com Angel é um bom exemplo) e o clima de mistério é envolvente. A trilha sonora é bastante datada, mas, em geral, o filme é um bom noir.
“It’s always almost until you get there”
Guilty Bystander é um achado do cinema Noir, um filme independente e gravado totalmente em NY. A NWR restaurou a única cópia existente desse filme, e por isso podemos assistir com uma boa qualidade. É legal a chance de encontrar filmes de mais difíceis acesso pra ver um pouco mais além, mesmo que não sejam filmes incríveis (nem todos são, e faz parte).
Sobre o filme, achei a experiência divertida, não é muito bom em comparação com outros títulos do gênero, mas vale pontuar a fotografia em algumas cenas, principalmente trabalhando com as sombras -como na cena da escada e do metrô-.
A atuação é um pouco “over-acting” com uns clichês do gênero, mas mesmo assim é possível ter empatia pelo protagonista e torcer para ele não fazer algo de errado.
Por fim, um melodrama pra passar o tempo sem muita preocupação. Ver filmes sempre vale a pena.
Zachary Scott confere a Max Thursday um charme bruto que faz o espectador gostar dele e pensar “porra, bebe não, cara!” quando o personagem pega um copo de bebida.
A fotografia tem um jogo de sombras bonito (a cena de Thursday conversando com Angel é um bom exemplo) e o clima de mistério é envolvente. A trilha sonora é bastante datada, mas, em geral, o filme é um bom noir.