Terceira versão para cinema de um caso real japonês que faz parte da cultura do país, a dramática e emocionante trajetória de um cão leal, da raça Akita, que esperou pelo retorno de seu dono por quase dez anos, em frente a uma estação de trem, mesmo após a morte dele. O homem era um professor da Universidade de Tóquio, Hidesaburo Ueno, que sempre caminhava com seu cão, juntos iam até a estação, e ao embarcar, o cão ficava na praça, a sua espera no fim do dia. Ueno morreu em 1925 e todos os dias, até 1935, Hachiko ficava prostrado perto dos vagões de trem aguardando o dono. O caso se tornou célebre no Japão, a morte de Hachiko naquele ano de 1935 causou comoção e até foi dia de luto oficial no país. A trajetória de Ueno e Hachiko virou livros, séries, filmes, algo intrínseco na cultura japonesa. Anteriormente houve o longa-metragem feito no Japão ‘A História de Hachiko’ (1987), depois a coprodução Estados Unidos/Reino Unido com Richard Gere, ‘Sempre ao seu lado’ (2009), de Lasse Hallström, e agora essa chinesa de 2023, que não fica para trás. Todas as versões são bonitas, bem realizadas, e essa feita na China é um primor de fotografia, diálogos, roteiro. A relação do professor com o cão é de uma delicadeza sem tamanho, o que brilha os olhos e nos emociona, sem contar o triste desfecho – que atua no filme são os veteranos Xiaogang Feng, que também é diretor e roteirista, e a premiada atriz Joan Chen, que atuou em muitos filmes nos Estados Unidos, como ‘O último imperador’ (1987). Aficionados por cachorros irão se entregar a esse drama contundente. Lançado na China em 2023, veio para os cinemas brasileiros pela Paris Filmes em julho de 2024 e agora foi distribuído pela A2 Filmes nas plataformas para aluguel, como Youtube Filmes e Apple TV. Gostei e recomendo. POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA-NAWEB
Não tenho mais lágrimas.
Terceira versão para cinema de um caso real japonês que faz parte da cultura do país, a dramática e emocionante trajetória de um cão leal, da raça Akita, que esperou pelo retorno de seu dono por quase dez anos, em frente a uma estação de trem, mesmo após a morte dele. O homem era um professor da Universidade de Tóquio, Hidesaburo Ueno, que sempre caminhava com seu cão, juntos iam até a estação, e ao embarcar, o cão ficava na praça, a sua espera no fim do dia. Ueno morreu em 1925 e todos os dias, até 1935, Hachiko ficava prostrado perto dos vagões de trem aguardando o dono. O caso se tornou célebre no Japão, a morte de Hachiko naquele ano de 1935 causou comoção e até foi dia de luto oficial no país. A trajetória de Ueno e Hachiko virou livros, séries, filmes, algo intrínseco na cultura japonesa. Anteriormente houve o longa-metragem feito no Japão ‘A História de Hachiko’ (1987), depois a coprodução Estados Unidos/Reino Unido com Richard Gere, ‘Sempre ao seu lado’ (2009), de Lasse Hallström, e agora essa chinesa de 2023, que não fica para trás. Todas as versões são bonitas, bem realizadas, e essa feita na China é um primor de fotografia, diálogos, roteiro. A relação do professor com o cão é de uma delicadeza sem tamanho, o que brilha os olhos e nos emociona, sem contar o triste desfecho – que atua no filme são os veteranos Xiaogang Feng, que também é diretor e roteirista, e a premiada atriz Joan Chen, que atuou em muitos filmes nos Estados Unidos, como ‘O último imperador’ (1987). Aficionados por cachorros irão se entregar a esse drama contundente. Lançado na China em 2023, veio para os cinemas brasileiros pela Paris Filmes em julho de 2024 e agora foi distribuído pela A2 Filmes nas plataformas para aluguel, como Youtube Filmes e Apple TV. Gostei e recomendo. POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA-NAWEB
Aquele velho e bom filme do cachorrinho fiel que emociona a todos, ótima sessão da tarde!
fui dormir muda acordei calada...
Me ajudem a sanar essa minha dúvida que talvez seja idiota: Eles usaram vários cachorros (de diferentes idades) para fazer o filme?