As obras são retratadas não num todo, mas fragmentadas, em seus pormenores e em seus detalhes, pois é isso que nos foge aos olhos quando estamos num museu por exemplo, não podemos e não temos esse olhar mecânico da câmera para captura de certas coisas. O diretor dá um destaque meio especial as mãos, conferindo uma certa vitalidade, parecem serem vivas, são retratadas bem realistas, as pinturas com as mãos eram mais caras, demonstravam poder aquisitivo, pois eram um elemento mais trabalhoso.
Iconografia, enquadramentos repletos de tapeçaria, são características da obra do Paradjanov. Acho muito bonito como ele consegue suavizar e transportar o espectador para suas terras de origem com tanta delicadeza.
As obras são retratadas não num todo, mas fragmentadas, em seus pormenores e em seus detalhes, pois é isso que nos foge aos olhos quando estamos num museu por exemplo, não podemos e não temos esse olhar mecânico da câmera para captura de certas coisas. O diretor dá um destaque meio especial as mãos, conferindo uma certa vitalidade, parecem serem vivas, são retratadas bem realistas, as pinturas com as mãos eram mais caras, demonstravam poder aquisitivo, pois eram um elemento mais trabalhoso.
Iconografia, enquadramentos repletos de tapeçaria, são características da obra do Paradjanov. Acho muito bonito como ele consegue suavizar e transportar o espectador para suas terras de origem com tanta delicadeza.
O curta - http://www.youtube.com/watch?v=g8tXpAxDCr8